A nossa existência é Deus que ilumina E nos ampara e protege com sua força divinaNo sopro do vento, que balança o galho Na gota de orvalho molhando o capim No sono tranquilo do recém nascido No céu colorido do dia no fim Na voz que agradece o pão sobre a mesa No fim da incerteza, na cura da doença No pai orgulhoso do filho educado Que diz obrigado e que pede licença No pai orgulhoso do filho educado Que diz obrigado e que pede licençaAí que eu vejo a luz da verdade E a simplicidade das coisas do além Que, a todo momento, vem nos amparando E sempre mostrando o caminho do bem Aí que eu sinto de Deus a presença E a bondade imensa, que é tão evidente Aí que eu vejo a força divina Da fé que ilumina os passos da gente Aí que eu vejo a força divina Da fé que ilumina os passos da genteNo largo sorriso depois do perigo No abraço do amigo na hora da dor No ser que perdoa os tombos da vida Na mão estendida, em nome do amor Na boa palavra que prega a esperança Certeza e confiança num tempo melhorNo homem que sabe que o mal existe Mas nunca desiste, pois Deus é maior No homem que sabe que o mal existe Mas nunca desiste, pois Deus é maiorAí que eu vejo a luz da verdade E a simplicidade das coisas do além Que, a todo momento, vem nos amparando E sempre mostrando o caminho do bem Aí que eu sinto de Deus a presença E a bondade imensa, que é tão evidente Aí que eu vejo a força divina Da fé que ilumina os passos da gente Aí que eu vejo a força divina Da fé que ilumina os passos da gente
Compositor(es): Dionísio Clarindo da Costa Jeferson Braz Madruga.