É possível tocar várias músicas com três ou quatro acordes

Eu já falei aqui no blog, dirigindo-me a principiantes, sobre tocar várias músicas com três acordes.

É possível tocar várias músicas com três ou quatro acordesMuita gente não leva música de três acordes a sério. Já vi até gente que chama música de três acordes de lixo. Opiniões à parte, o fato é que existem muitas músicas só com três acordes.

E com quatro então, nem se fala. Zilhões de músicas. Músicas que ficaram na história, venderam muito, muito mesmo. Não por terem quatro acordes. Ou três, ou cinco. Porque são músicas boas, bem feitas, que agradam o público.

Aliás, até onde chega minha memória musical, a grande maioria das músicas que fizeram muito sucesso, não têm um montão de acordes.

Acordes e sequencias (ou progressões)

E porque um principiante então muitas vezes tem dificuldade com estas mesmas músicas, achando que ali está tudo diferente. Pelo seguinte:

  • Não estão na mesma tonalidade
  • Os acordes não estão na mesma sequencia ou progressão
  • Um ou outro acorde pode ter uma variação

Por isso é que os músicos precisam compreender sequencias de acordes. Independentemente da tonalidade. Veja um exemplo.

Suponhamos que você conheça duas músicas, com os seguintes acordes:

  • Música 1 – C, Am, F, G (1, 6, 4, 5)
  • Música 2 – D, Bm, G, A (1, 6, 4, 5)

Só pelo fato de serem duas tonalidades diferentes, a um principiante já parece diferente. Mas não é. As duas sequencias são exatamente iguais, apenas em tonalidades diferentes.

Mas se tivermos uma outra situação, assim:

  • Música 1 – C, Am, F, G (1, 6, 4, 5)
  • Música 2 – C, G, Am, F (1, 5, 6, 4)

Seria então a mesma tonalidade, os mesmos acordes, mas as duas sequencias são diferentes.

Outro caso, que complicaria um pouco mais, seriam os mesmos acordes, sequencias diferentes e tonalidades diferentes.

Aqui, quando digo os mesmos acordes, refiro-me à posição dos acordes em relação ao campo harmônico (repare nos números após as sequencias de acordes). Leia o artigo Harmonia musical e irá compreender melhor isso.

Quatro acordes… 36 músicas

No vídeo abaixo, você pode ver como alguém conseguiu tocar 36 músicas com os mesmos quatro acordes e na mesma sequencia. À primeira vista, fica parecendo muito simples, mas na verdade nem é tanto assim.

As músicas utilizadas provavelmente têm variações desta sequencia e também tonalidades diferentes. Quem fez este trabalho, pegou apenas o pedaço de cada música com a mesma sequencia e tocou todas na mesma tonalidade.

No vídeo, é usada uma sequencia 1, 5, 6, 4 na tonalidade E. Portanto: E, B, C#m, A

10 maneiras para tocar violão melhor hoje mesmo

Um dos aspectos mais frustrantes quando se está aprendendo a tocar violão é quando você chega naquele ponto onde você não está mais evoluindo.
Não importa se você é um novato ou um músico experiente, todos nós já enfrentamos o mesmo problema ao fazer a pergunta, “Por que não es

como tocar violão melhor

Um dos aspectos mais frustrantes quando se está aprendendo a tocar violão é quando você chega naquele ponto onde você não está mais evoluindo.

Não importa se você é um novato ou um músico experiente, todos nós já enfrentamos o mesmo problema ao fazer a pergunta, “Por que não estou no nível que eu gostaria que estivesse, e como posso chegar lá?”

Para judiar ainda mais de nossas capacidades, vemos com frequência os nossos heróis das guitarras e violões na TV e nas revistas com suas tocabilidades que fazem parecer aquilo tão fácil, sempre inventando novos truques e habilidades.

Pior ainda, quando nos deparamos com matérias que ensinam esses truques ficamos ainda mais confusos. A impressão que fica é que chegar num nível aceitável parece ser muito mais difícil do que nós imaginávamos.

Então qual é a chave do sucesso para tocar violão?

Enquanto não há uma resposta absoluta que possa resolver o problema de todos, no entanto, há uma série de conceitos e teorias que podem ajudar a romper essa barreira que o impede de alcançar seu pleno potencial.

A única coisa que você precisa entender é que você não precisa ser um gênio para se tornar um grande violonista. As duas principais coisas que você precisa realmente ter em mente é interesse e compromisso.

Você nunca irá encontrar um grande violonista/guitarrista que não seja apaixonado por música.

Eles não chegaram no nível onde estão sendo apáticos e preguiçosos. Eles tomaram a iniciativa de sair e tentar aprender algo novo.

O violeiro ou guitarrista que se atreve a desafiar a si mesmo corre o sério risco de fracassar. Este é o lugar onde muitos músicos perdem sua batalha com baixa auto-estima e desistem.

Não é que eles não correm riscos, é que eles simplesmente sabem que errar faz parte do processo. Se você perceber que o fracasso é uma parte do crescimento e que tocar em grupo você descobre alguns e truques dentro de si mesmo, então você acaba de adquirir a primeira habilidade que você precisa para se tornar um grande violonista.

Eu compilei uma lista de conceitos que eu acredito que cada um de vocês deveriam experimentar. Ao contrário de outros artigos que você vai ler por aí, este aqui oferece passos curtos e simples que iremos lhe pedir para fazer, em vez de simplesmente ler. Pensamentos e atitudes são importantes, mas, no fim, aquilo que você faz para o público é o que conta.

Então vamos começar com as dez melhores coisas que você pode fazer para obter o máximo de seus resultados como um violonista,e assim, ver o seu progresso para tocar violão melhor do estava tocando antes.

10 maneiras para tocar violão melhor hoje mesmo

10 maneiras para tocar violão melhor hoje mesmo

1. Aprenda algo novo

Educar-se é o primeiro passo para se tornar um violonista melhor. Seja lá aquilo que você acredita ou não, sempre tem algo novo para aprender e dominar. Se você estiver atualmente estudando música em um conservatório, na escola, ou na faculdade, você vai achar que o aprendizado virá mais facilmente para você. Se não, eu recomendo que você entrar em algum programa de aprendizagem. Embora aprender sozinho seja um bom caminho, eu também sei por experiência própria que a motivação e o incentivo de um professor é inestimável. Uma vez que dominou o assunto que você estava aprendendo, força-se para aprender algo que você não esteja muito confortável. Uma aprendizagem muito dentro de sua zona de conforto pode muitas vezes fazer você andar em círculos.

2. Faça um melhor uso de seu tempo

Praticar não leva à perfeição, leva à permanência. A forma com que você gasta o seu tempo tocando violão é o mais importante. Não desperdice o seu tempo brincando a esmo com seu violão. Fuçar e realmente aprender algo novo é que vai ajudá-lo em sua busca pelo sucesso musical. Definir metas e trabalhar para alcançá-las. Quer se trate de técnicas, truques, ou uma música nova, você pode tornar-se melhor apenas usando o seu tempo com mais sabedoria.

3. Ouça muitas músicas

Quanto mais estímulo e exposição sonora musical, melhores são as suas chances de ser um bom violonista. Realmente é importante tirar as músicas de seus artistas e bandas preferidas. Repare naquilo do que os músicos estão fazendo em suas canções e faça uma lista de técnicas que você quer aprender. Esta pode ser a força motivadora que o leva a tocar o seu violão com maior frequência.

4. Cerque-se com excelência

Quando você toca violão com pessoas que são melhores que você, não só apenas você aprende com elas, mas como também irá se sentir motivado a continuar. No início essa idéia parece ser um tanto obscura. Por que você iria se expor a esse tipo de estresse? Vamos pensar, se tem uma coisa que vai fazer você ficar motivado rapidamente é o fato de saber que as pessoas estão contando com você. Não toque com músicos que são arrogantes e rudes. Constrangimento não promove em nada para com a auto-estima, e só vai te deixar mal. Então seja esperto em conviver com pessoas compreensivas e pacientes. Eventualmente você vai chegar no nível delas. Isso acontece mais rápido do que você possa imaginar.

5. Pergunte a si mesmo o que você vai fazer quando aprender as habilidades que deseja aprender

O que você quer fazer com aquilo que você aprendeu? Talvez você queira fazer um CD ou tocar em uma banda, ou tocar em certos projetos. Comece a planejar agora e use o que você aprendeu atualmente. Saber como utilizar um talento ou conhecimento é fundamental. Crie uma visão e estabeleça metas. Se você quiser tocar para os outros, ou para a parede de seu quarto, a escolha é sua.

6. Ensine alguém a tocar violão

Ensinar é aprender. Se o único acorde que você souber tocar é um Sol por exemplo, mostre isso para alguém. Por quê? Porque isso reafirma aquilo que você já conhece e solidifica o seu conhecimento. Posso dizer por experiência própria que eu tenho aprendido mais através de ensinar do que eu já aprendi ao ser ensinado. Force a si mesmo para sair de sua zona de conforto, porque responder perguntas alheias exige conhecimento para respondê-las. Eu sou um crente convicto de que qualquer um pode ensinar alguma coisa a alguém, basta querer.

7. Acredite na sua capacidade

Sim, eu sei que isso soa muito clichê. No entanto, é preciso ouvir a si mesmo. É importante fazer as coisas com um grande senso em sua cabeça de que tem plenas condições de realizar tal objetivo, e não são dedos gordinhos que vão te impedir de tocar bem violão! Não dê ouvidos ao que os outros dizem e seja fiel a si mesmo. Isso pode ser difícil diante de uma sociedade crítica na qual convivemos hoje em dia, e muitas vezes essas críticas ferem. Manter-se rodeado de pessoas positivas é importante não apenas para esta demanda, mas para a vida toda!

8. Você é incomparável

Você já é um produto final, nunca remotamente haverá alguém exatamente como você é. Então o ideal é sempre incorporar os seus estilos e gostos musicais adaptados as suas personalidades e jeitos de ser. Esse tem que ser o curso natural de cada músico.

9. Saiba o que funcionou para outros

Seja com seu professor, com seu vizinho, amigo ou seu guitarrista ou violonista preferido, é sempre bom ter essas trocas de informações. Claro que nem tudo que foi bom para uma pessoa será para você, mas isso faz parte do processo, estas trocas de ideias e convivência com pessoas que fizeram as coisas acontecerem. Netwoking não apenas vai te ajudar algum dia a tocar violão melhor, mas como para todos os outros aspectos da vida.

10. Esmague sua fraqueza

Identifique e ataque os seus pontos fracos. Não deixe eles vencê-los, por exemplo, se o seu problema é ritmo com a mão direita, ou dedilhado, corra atrás para solucionar essa fraqueza. Peça ajuda a algum professor ou algum curso online, não importa. Mesmo que alguns pensamentos do tipo “não levo jeito para isso ou aquilo”, com a lei da repetição, essa muralha tende a cair!

NÃO ACREDITE NOS MITOS POPULARES!

tocar violãoVocê pode se surpreender ao saber que uma grande parcela dos conselhos dos guitarristas e violonistas estão longe da verdade absoluta. Problema que algumas coisas são tão faladas e repassadas repetidamente que as pessoas tendem achar que isso é uma grande verdade. O problema dessas crenças comuns é que elas podem arruinar as suas esperanças de um dia sonhar em ser um bom músico!

Para evitar isso, vamos olhar para alguns dos mitos mais comuns por aí:

Todos os bons músicos sabem tocar todos os estilos: Isso é muito bonito na teoria, mas não funciona na prática. Como músico, acho importante a pessoa abrir os olhos para outros estilos musicais e tocabilidades, e também acho que essa pessoa deva ser encorajada a tocar estilos diferentes. Mas quem realmente estiver comprometido em ver o seu crescimento musical, jamais falará uma bobagem dessas, pois isso é fora da realidade!

Muitos músicos de jazz levam décadas para aperfeiçoar sua arte e mesmo assim eles veem detalhes que precisam ser melhorados. Se você quiser tocar violão popular, a menos que queira, acho besteira gastar o seu tempo com coisas mais complexas em nome de um mito chamado de “músico completo”. Siga as suas vontades, mas sem fechar os olhos.

Para tirar um bom som, você precisa do melhor equipamento: Ter o melhor equipamento é uma boa, e sim, você faz um som melhor. No entanto, é desnecessário para aqueles que não estão interessados em ser profissionais ou estão apenas começando.
É claro que encanta os olhos em olhar para um violão de mais de 2 mil reais, mas de que adianta se a pessoa mal sabe tocar? A menos que isso não pese em nada no seu orçamento, eu aconselho a poupar o seu dinheiro e esperar para ver até onde a sua evolução chega. Lembre-se, seu aprendizado para tocar violão melhor não depende de um violão de 500 reais ou um de 5 mil reais.

Você precisa de muito talento para tocar bem violão: É muito comum nos compararmos com outras pessoas, óbvio que sempre vai existir pessoas com mais facilidade ou menos do que nós em certas áreas, mas o mais importante aqui é seguirmos nossos objetivos e progressos. Que se dane se um conhecido seu aprendeu tal técnica ou alguma skill na metade do tempo que você precisou levar, o importante é superarmos os nossos limites, e desfrutar das coisas cada um do seu jeito.

Não tenho tempo para tocar violão melhor, precisa de horas de dedicação: Hoje em dia realmente são poucas as pessoas que disponham de tanto tempo assim para praticar o seu instrumento. O segredo é usar de forma eficiente o seu tempo, ao menos use uns 10-15 minutos dos seus dias de semana para praticar violão, seja ao chegar em casa, no intervalo da faculdade ou mesmo do trabalho. Tire seus finais de semana para aprender coisas novas e os dias de semana para fixar essas novas ideias.

Teoria musical – transporte de tonalidade

Toda música tem a sua tonalidade, o tom em que foi feita e/ou gravada.

Toda música tem a sua tonalidade, o tom em que foi feita e/ou gravada. Em algumas situações é necessário tocar esta mesma música em outra tonalidade, mais alta ou mais baixa. A este procedimento chamamos de transporte de tonalidade.

Um pouco de teoria musical

Estamos aqui falando – naturalmente – de violão. Mas vamos aproveitar para esclarecer algo que pode escapar se falarmos somente de acordes.

Quando fazemos o transporte de tonalidade, não só os acordes são transportados e sim, a música toda. Sim, óbvio, mas fiz questão de mencionar, porque em violão popular lidamos somente com acordes e por vezes nos esquecemos que a música tem a melodia que – neste caso – está “guardada” na voz de quem canta.

Ou seja, se imaginarmos a música escrita na partitura (veja figura abaixo), todas aquelas notas musicais (as bolinhas pretas) deverão mudar de lugar, para cima (tonalidade mais alta) ou para baixo (tonalidade mais baixa) ao ser feito o transporte de tonalidade.

music sheet example.gif

Continuando no exemplo acima, imagine que transportemos a música acima um tom acima. A primeira nota é C (dó). Um tom acima = D (ré). Repare que a nota está no terceiro espaço de baixo para cima. Ela irá então para a quarta linha (e não espaço), tornando-se um D (ré).

O transporte de tonalidade no violão

Transportar tonalidades no violão não é bicho-de-sete-cabeças. Uma vez conhecendo-se as regras, é pão comido.

A primeira coisa a se fazer, é não pensar nos acordes individualmente. Os acordes fazem parte de uma sequencia. Você vai transportar a sequencia toda. Transportando o acorde que dá nome à tonalidade da música, basta “levar” os outros junto com este, na mesma quantidade de semitons.

Utilizando a escala cromática para transportar tonalidade

É fácil de compreender o transporte através da escala cromática. Suponhamos que uma música tenha a seguinte sequencia: D, Bm, G, A, D, G, Em, A7, sendo D a tonalidade. Queremos transportá-la para G(sol maior).

Devemos então localizar D na escala cromática e depois G. Contamos a mesma quantidade de semitons “andados” para frente ou para trás, para cada um dos outros acordes.

Escala cromática (meio em meio tom)

Em vermelho, D, a tonalidade original. Em verde, G, a nova tonalidade, que está 5 (cinco) semitons para frente (mais alto). O segundo acorde é Bm, que está na posição 12 nesta escala cromática. Como esta é a última nota da tabela, contamos cinco posições reiniciando, ou seja, a partir da posição 1 (um). Portanto o acorde Bm será Em. O terceiro acorde é G (oito). Cinco semitons adiante será igual a C (um). E assim por diante, contando sempre cinco semitons para a direita.

Lembre-se que tudo o que vem depois da cifra do acorde permanece. Exemplo: você achou E para transportar Bm. Basta adicionar “m” e você terá Em.

No braço do violão

Este mesmo procedimento é muito simples no braço do violão. As casas do braço seguem a escala cromática. Portanto, basta achar a nota original e “caminhar” as casas necessárias.

Continuando com o exemplo acima, D está na quinta corda, quinta casa. Cinco casas adiante, teremos G. B está na quinta corda, segunda casa. Cinco casas adiante = E.

Não se esqueça: tudo o que vem depois da cifra permanece ( m, 7 etc.).

A tabela abaixo ilustra melhor a mecânica da coisa. Mas não “vicie” em tabelas de transporte. Aprenda a transportar pela escala cromática e não se verá em apertos quando não houver uma tabela disponível.

Procure o exemplo acima nesta tabela. Na primeira coluna da esquerda, achamos a tonalidade D. O segundo acorde da sequencia é Bm. Seguindo à direita, achamos a nota B na sexta casa da tabela. Para transportar, Achamos a tonalidade G na primeira coluna e andamos para a direita, até a casa seis, onde encontraremos o nosso já muito falado E. Portanto o segundo acorde (de novo…) é Em.

Atenção: as escalas acima não são cromáticas e sim escalas de cada tonalidade.

Como você percebeu, não há nenhum mistério em transportar tonalidade. É pura matemática.

Transportando uma sequencia de acordes

Sequencias mais simples são bem fáceis de serem transportadas, partindo do princípio das posições dos acordes segundo a escala da tonalidade. Utilizando a mesma tabela acima, sabemos que o campo harmônico de cada tonalidade gera acordes conforme segue:

Utilizando o mesmo exemplo dado anteriormente, repare que tudo bate novamente. O segundo acorde encontrado foi E, na sexta posição. Veja na tabela que a sexta posição precisa ser menor. Portanto (lá vamos nós…) = Em.

Finalizando, aqui está a nossa sequencia:

D, Bm, G, A, D, G, Em, A7

Deduza você agora: Se tivéssemos mais dois acordes, na terceira e sétima posições, quais seriam? Ah, sim. Fica por sua conta fazer o restante do transporte… uma moleza, diga a verdade!

10 exercícios de velocidade para guitarra

É isso mesmo, como diz o título são 10 exercícios de velocidade para guitarra! Bem gostaria de contribuir mais um pouco com uma questão que não se encontra tanto por ai com qualidade, lições e exercícios de velocidade para guitarra, gostaria também de que dessem uma olhada neste artigo que

É isso mesmo, como diz o título são 10 exercícios de velocidade para guitarra! Bem gostaria de contribuir mais um pouco com uma questão que não se encontra tanto por ai com qualidade, lições e exercícios de velocidade para guitarra, gostaria também de que dessem uma olhada neste artigo que eu já tinha postado em —> Exercícios para Guitarra Solo

Agora, é sempre bom salientar que você não fica mais veloz da noite pro dia. Prática é tudo. Pratique com ajuda de um metrônomo e evolua dia a dia. Caso se chateie ou fique cansado de fazer o exercício o que é algo natural de acontecer, tente praticar alguma música que goste ou intercale com algum riff favorito ou algo que quebre a rotina.

Vamos lá!

U = Palhetada pra cima
D = Palhetada pra baixo

Exercícios de velocidade para guitarra n°1.

E|--15-12--12--------------------------------------------------------------B|-------15--15-12--12-----------------------------------------------------G|----------------15--15-14-12-14^(16)--14-12---12----------------------12~D|--------------------------------------------14---14-12----------12-14----A|-------------------------------------------------------14-12-14----------E|-------------------------------------------------------------------------

É um exercício que vai usar bem os espaços percorrendo por todo o braço da guitarra.

Exercícios de velocidade para guitarra n° 2.

E-1-2-3-4-1-2-3-4----------------------------------------------------B-----------------1-2-3-4-1-2-3-4-----------------4-3-2-1-4-3-2-1----G---------------------------------4-3-2-1-4-3-2-1--------------------D--------------------------------------------------------------------A--------------------------------------------------------------------E-------------------------------------------------------------------- U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D

Ok, não toque este exercício usando hammers on ou pulls off, porque é mais difícil tocar cada nota separadamente, passar pelo braço todo da guitarra usando os hammer e pulls fica bem mais fácil, lembre-se que a intenção do exercício é desenvolver a sua skill . Então comece devagar e vai aumentando uns 10 bpm por dia.

Ah e se você conseguir fazer rápido esse exercício, mas se os seus dedos começarem a travarem ou grudarem (acho que você sabe o que eu quero dizer), tente tocar esse seguinte exercício, novamente você vai percorrer por todo o braço.

Exercícios de velocidade para guitarra n° 3.

E----------------------------------------------01020304----- (Toque tambémB-------------------------------------01020304-------------- inversamente)G----------------------------01020304-----------------------D-------------------01020304--------------------------------A----------01020304-----------------------------------------E-01020304-------------------------------------------------- UDUDUDUD UDUDUDUD UDUDUDUD UDUDUDUD UDUDUDUD UDUDUDUD

Você pode fazer esse exercício também para alongar os seus dedos e aumentar a força muscular.

Exercícios de velocidade para guitarra n° 4.

E-------------------------------3-5-7-7-5-3-------------------------------A-------------------------3-5-7-------------7-5-3-------------------------D-------------------3-5-7-------------------------7-5-3-------------------G-------------3-5-7-------------------------------------7-5-3-------------B-------3-5-7-------------------------------------------------7-5-3-------E-3-5-7-------------------------------------------------------------7-5-3- U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D

Agora mais alguns exercícios para tentar mais um pouco:

Exercícios de velocidade para guitarra n° 5

E-------------------------------1-3-4tr-4-3-1-------------------------------A-------------------------1-3-4---------------4-3-1-------------------------D-------------------1-3-4---------------------------4-3-1-------------------G-------------1-3-4---------------------------------------4-3-1-------------B-------1-3-4---------------------------------------------------4-3-1-------E-1-3-4---------------------------------------------------------------4-3-1- U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U

Tr= Trinado

Exercícios de velocidade para guitarra n° 6.

E-------------------------------1-2-4tr-4-2-1-------------------------------A-------------------------1-2-4---------------4-2-1-------------------------D-------------------1-2-4---------------------------4-2-1-------------------G-------------1-2-4---------------------------------------4-2-1-------------B-------1-2-4---------------------------------------------------4-2-1-------E-1-2-4---------------------------------------------------------------4-2-1- U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U

Exercícios de velocidade para guitarra n° 7.

E----------------------------------------1-3-2-4---- E volteA--------------------------------1-3-2-4------------ no sentido inversoD-------------------------1-3-24--------------------G-----------------1-3-2-4---------------------------B---------1-3-2-4-----------------------------------E-1-3-2-4------------------------------------------- U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D

Exercíciosde velocidade para guitarra n° 8.

E----------------------------------------1-4-2-4---- E volteA--------------------------------1-4-2-4------------ no sentido inversoD-------------------------1-4-24--------------------G-----------------1-4-2-4---------------------------B---------1-4-2-4-----------------------------------E-1-4-2-4------------------------------------------- U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D U D

Eu não inclui nenhum sweep picking ai mas se você sabe como aplicar essa técnica você pode fazer nesse exercício todo. É um bom exercício de aquecimento podendo ser usado tanto com palheta alternada ou sweep pick.

Exercícios de velocidade para guitarra n° 9.

E-------------------------1-2-3-4-3-2-1--------------------------A-----------------1-2-3-4---------------4-3-2-1------------------D---------1-2-3-4-------------------------------4-3-2-1----------G-1-2-3-4-----------------------------------------------4-3-2-1--B----------------------------------------------------------------E----------------------------------------------------------------

Este é outro exercício que pode ser percorrido por todo o braço da guitarra.

Exercícios de velocidade para guitarra n° 10.

E-----------------------------------------------------1---1-4-------A-----------------------------------------1---1-4-1-4---4-----------D-----------------------------1---1-3-1-3---3-----------------------G-----------------1---1-3-1-3---3-----------------------------------B-----1---1-3-1-3---3-----------------------------------------------E-1-4---4-----------------------------------------------------------

Este exercício final é para criar resistência. Continue fazendo até sentir que não pode mais continuar.

Então é isso pessoal, são todos excelentes exercícios de velocidade para guitarra, criando resistência, velocidade e desenvolvendo técnicas.

Artigo sobre 10 exercícios de velocidade para guitarra escrito por JP – Portal Música.

Slap e Pop o que são e como fazer

Técnicas de Contra-baixo: Como tocar Slap e Pop
Introdução
Ser capaz de tocar um baixo é uma sensação prazerosa, mas você sabia que aprender a tocar essa técnica chamada de slap pode energizar o seu padrão no baixo? Sim é muito importante aprender essa técnica que certamente vai te leva

Técnicas de Contra-baixo: Como tocar Slap e Pop

Introdução

Ser capaz de tocar um baixo é uma sensação prazerosa, mas você sabia que aprender a tocar essa técnica chamada de slap pode energizar o seu padrão no baixo? Sim é muito importante aprender essa técnica que certamente vai te levar em outro nível de conhecimento. Isso sem dúvida irá diferenciá-lo de um baixista comum que não saiba.

É possível as pessoas reconhecerem a sonoridade dessa técnica de contra-baixo chamada de slap em vários estilos musicais, mas ele é mais comum principalmente na música latina, funk americano, pop, soul e jazz. Ao dominar essa duas técnicas de contra-baixo o slap e o popping você definitivamente vai se tornar um baixista melhor e mais versátil. No seriado do Seinfeld utiliza-se sample de teclado para fazer um slap do baixo. O tema da música do antigo seriado Alf usava esse recurso também.

Existem muitos músicos que se utilizavam dessas técnicas de contra-baixo como Larry Graham, Louis Johnson, Marcus Miller e outros artistas solos como Miles Davis, David Sanborn, Luther Vandross.

As técnicas Slap e Pop

Com a criação do baixo elétrico surgiu então uma maior variabilidade de sons para o baixo, trazendo maior versatilidade. A técnica básica do slap consiste em:

1° Com a falange do seu polegar bata na corda.

2° Puxe o polegar para cima por cima da corda

3° Puxe a corda com o dedo indicador (uns preferem o dedo médio).

Coloque a mão na mesma maneira de como você faria normalmente com o dedilhado. Em seguida, coloque o polegar em um ângulo de 90 graus a partir de seus dedos. Sua mão deve fazer uma espécie de L invertido. Agora gire a mão a um ângulo de 90 graus, de modo que o dedo mindinho seja o mais próximo do baixo, então traga de volta para baixo, atingindo a corda bem na junta do seu polegar onde o osso fica mais próximo da pele para produzir um som melhor.

Obs.: Certifique-se de que a corda dê aquele quique porque se não o som pode ser muito sem graça, embora alguns músicos alternativos preferem assim para casos específicos, mas não é o nosso caso agora.

técnicas de contra-baixo

A descoberta dessas técnicas de contra-baixo tanto do “tapa” ou slap com o polegar quanto o popping com o dedo anelar foram rapidamente usados no cenário do funk e do disco dos anos 70. Isso ajudou a elevar e divulgar músicos como Bootsy Collins e Flea do Red Hot Chili Peppers.

Agora para o pop ou popping, essa é uma técnica muito mais fácil, tudo que precisa fazer é puxar a corda com o dedo indicador ou anelar, pegando bem debaixo dela, você saberá quando estiver fazendo de forma correta quando a corda bater fortemente contra o braço fazendo aquele som característico. O pop também pode ser feito com o dedo anelar e médio assim como o slap, mas para iniciantes é mais aconselhável usar o indicador.

Técnicas de contra-baixo: Praticando o Slap e o Pop

Este exercício que irei propor foi desenvolvido pelo baixista Flea, no youtube encontra-se alguns vídeos dele. Então, a técnica dele consiste em tocar uma oitava, a oitava é um grupo de 13 notas. Para tocar uma oitava no slap ou pop, faça isto:

G-----|D----2| Pop a corda DA-----|E--0--| Slap a corda E

Lembre-se, você pode tocar uma oitava tocando duas cordas e 2 casa para cima.

Dá também para tocar outras combinações com o slap em torno de um powerchord. Algo como isto:

G----------------------| Denovo, Pop as cordas G e D...D------4--4p2---------4|A-------------4p2------|E--0h2------------0h2--| E Slap nas cordas E e A.

Esse é um exemplo de uma linha que você pode tocar em um powerchord, você deve ter notado que eu dei um hammer on na corda solta para a nota final da oitava, e usei também algumas notas que não estavam no powerchord. Eu sugiro trabalhar com algumas notas para ver qual delas ficam bem juntas.

Outro exemplo de uma boa linha seria:

G------------2h4h2---4p2---------------------| Se isso ajuda, você pode dar um PopD-----4------------------4p2-----------------| na corda A na descida em vezA----------------------------4p2-----4p2-----| de dar um slappingE-0h2----0h2---------------------5p2-----5p2-|

Tente improvisar em todas as notas nas tablaturas acima e experimente algumas próprias.

Mais algumas dicas rápidas:

– Lembre-se de um bunce nas cordas para evitar um som mudo enquanto da os slappings.

– Comece devagar, e acelere gradualmente à medida que ficar melhor.

– Toque através de um amplificador, isso melhora o som.

– Procure no Youtube por um dos baixistas citados neste artigo para ter uma boa ideia das técnicas utilizadas por eles.

Técnicas de palhetada essenciais

As técnicas de palhetada variam muito, seja em sua aplicação ou dificuldade e elas podem ser bem desafiadoras.

Esta lição foi elaborada para ajudar a melhorar sua confiança com diferentes técnicas de palhetada, que você provavelmente você utilizará em toda a sua vida tocando guitarra.

As técnicas de palhetada variam muito, seja em sua aplicação ou dificuldade e elas podem ser bem desafiadoras.

Esta lição foi elaborada para ajudar a melhorar sua confiança com diferentes técnicas de palhetada, que você provavelmente você utilizará em toda a sua vida tocando guitarra.

Primeiro, certifique-se de utilizar uma palheta bem macia (como uma .88mm), que flexiona facilmente sobre as cordas – uma palheta muito dura irá tornar essas técnicas muito mais difíceis.

O objetivo dessa lição é introduzi-lo as técnicas de palhetada para guitarra, e posteriormente, pretendemos entrar mais em profundidade em todas as técnicas abordadas aqui.

Técnicas de palhetada: Aquecimento com “Economy Picking” ou “Palhetada Econômica”

Esta primeira parte descreve os princípios fundamentais da boa prática de palhetada, seja na guitarra elétrica, eletro-acústica ou no violão.

Aprenda a fazer a palhetada sempre com batidas pra CIMA e para BAIXO. Muitos guitarristas que não se consideram iniciantes ainda não dominam essa técnica, executando a palhetada somente em uma direção (normalmente para baixo).

Uma maneira fácil de começar a alternar a palhetada é usar a palhetada para cima toda vez que a sequência de notas que você tocar ser direcionada para as cordas mais altas e usar a palhetada para baixo quando a sequência mudar para as cordas mais baixas (o E baixo). Isso é conhecido como “economy picking”.

Veja o diagrama baixo e ouça o áudio para entender melhor…

Técnicas de palhetada

Você pode utilizar essa técnica de picking com qualquer acorde ou lick, mas nesse exemplo iremos usar o acorde Am7. Se você olhar no diagrama, irá notar que estamos utilizando a palhetada para baixo à partir da nota tônica e descendo até a corda E mais fina, e então, subindo novamente usando a palhetada para cima.

A regra geral (ou uma regra para facilitar sua vida) é de que a direção da palhetada é determinada por onde a próxima corda a ser tocada na sequência está. Isto está relacionado à todas as outras técnicas de palhetada que iremos explicar à seguir. Tente manter sua ação de tocar bem suave – deixe sua palheta deslizar por sobre as cordas.

Avante e sempre, vamos começar a lidar agora com algumas técnicas de palhetada mais sólidas…

Técnicas de palhetada: Flat Picking ou Palhetada Plana

O flat picking é basicamente o movimento de ferir as cordas da sua guitarra com uma palheta. A outra maneira de fazer isso seria com os dedos.

Semelhante ao aquecimento, iremos nos focar em outro acorde – A7 – mas agora iremos pular algumas cordas. Isso significa que iremos começar ferindo a corda, mas em 3 cordas nós iremos pular para a corda E de cima para começar a executar a palhetada para cima.

Dê uma olhada na tablatura e no áudio abaixo:

Técnicas de palhetada

Como você pode ver, nós ferimos as duas cordas mais baixas do acorde e sincronizamos com o ritmo que estamos tocando – realçado pelas setas vermelhas apontadas para baixo.

Se você contar “1 e 2 e 2 e 1 etc…” seu cérebro irá naturalmente começar a separar essas duas notas usadas como baixo, como no exemplo abaixo:

Isso é como irá soar se tirar tudo e ouvir somente as notas usadas como baixo.

Desde que você mantenha um controle rigoroso rítmico ao identificar algumas notas que possuem uma ênfase em particular, você será capaz de completar o resto do acorde usando as palhetadas para cima/baixo apropriadas.

Observe como eu disse anteriormente, a direção da palhetada é determinada pela posição da próxima corda que você toca na sequência de notas, para fazer com que sua mão percorra as cordas com fluidez.

Técnicas de palhetada: Mesma técnica, mas mudando os trastes

Então, nesta técnica de palhetada iremos começar no acorde A7 como antes, usando o mesmo padrão de palhetada, mas iremos fazer uma progressão movendo a forma do acorde para outras posições no braço da guitarra.

A tablatura abaixo mostra para onde você deve mover o acorde.

Técnicas de palhetada

Inicialmente é um pouco difícil para muitas pessoas manter a precisão nas duas mãos enquanto toca. Porém, meu conselho é que você olhe para sua mão esquerda (a mão que forma os acordes para os destros), pois na sua maioria a mão direita, que está tocando as cordas com a palheta, fica na mesma posição. Você irá perceber que consegue ser preciso naturalmente em sua mão direita.

Não importa se você estiver tocando as notas na ordem incorreta – apenas se certifique de usar a palhetada para cima e para baixo na hora certa – se tiver dúvida, pare e olhe para a tablatura, assim saberá como deve tocar a próxima nota – se for uma corda mais grossa, use palhetada para cima e se for uma corda mais fina, use palhetada para baixo.

Técnicas de palhetada: Acordes flutuantes

Floating é uma técnica dentro do flat picking onde você toca algumas notas que estão sendo pressionadas nos respectivos trastes e outras com a corda aberta. As cordas soltas devem soar por um tempo para dar mais profundidade à sequência sendo tocada.

Com floating, selecione duas ou três notas de baixo, nas cordas mais rápidas, nos trastes 3, 5 e/ou 7 e tome-as para serem usadas como baixo.

Agora, por decorrência dessas notas nesses trastes estarem na tônica de E menor, você pode flutuar para cima e para baixo no braço da guitarra enquanto toca as notas nas cordas mais finas. Essas 3 cordas de cima fazem formam a principal parte do acorde E menor e irão complementar as cordas usadas como baixo, tocadas nesses trastes.

Ouça o áudio acima, você irá entender o que estamos dizendo.

Experimente tocar cordas em diferentes trastes, e toque algumas ou todas as outras cordas por perto. Você poderá descobrir todos os tipos de acordes flutuantes dessa maneira.

Floating nada mais é que tomar 1, 2 ou 3 cordas sendo tocadas em algum traste e combiná-las com cordas abertas. Não se esqueça da regra geral onde você deve tocar com palhetadas para cima e para baixo.

Técnicas de palhetada: Técnica de palhetada “string skipping” ou “pulando cordas”

O string skipping é outra técnica de palhetada que é basicamente auto-explicativa. Em poucas palavras, saltar as cordas significa pular ou saltar as cordas enquanto toca a palhetada para baixo. Isso permite mais criatividade, pulando de tons mais baixos para tons mais altos, concedendo aos acordes mais formas imprevisíveis de tocar.

Técnicas de palhetada

Estamos tocando o acorde G maior e C maior aqui, detalhados na tablatura acima.

Você irá notar que a palhetada segue um padrão alternado, então, na primeira parte você irá tocar a corda usada como baixo/tônica e normalmente seguida pelas cordas E, D e G, mas na próxima parte irei palhetar E, G e B. Esse padrão alternado é muito comum em todas as técnicas de palhetada para guitarra.

A parte de tocar de forma cruzada é óbvia – o salto da corda usada como baixo/tônica para a corda mais acima antes de saltar novamente para baixo, na corda D. As mesmas regras de palhetada cima/baixo se aplicam aqui.

É claro que isso pode ser feito com progressão de acordes também, então, faça um passeio com esse padrão por todo o braço da guitarra. Mudar a posição do acorde enquanto você “pula” as cordas com a palheta irá soar muito bem se feito corretamente…

Técnicas de palhetada: Tocando com mudanças de acordes mais definidas

Mudanças flutuantes de acordes, como vimos anteriormente, de fato não são grandes movimentos no que se refere a mudar a formação dos seus dedos.

O áudio e tablatura à seguir demonstram um padrão de palhetada que percorre por uma mudança mais óbvia de acorde.

Técnicas de palhetada

O acorde Dm7 é alterado para um acorde G modificado (usado bastante em jazz). Entretanto, o mais importante é que você mantenha o padrão de palhetada e o ritmo através das mudanças de acordes. Tente não perder o ritmo na hora de trocar os acordes.

É bom praticar esse método com frequência para adquirir precisão e coordenação, especialmente quando você for executar o string skipping, pois envolve tanto sua mão direita (ou até mais) e sua mão esquerda, fazendo movimentos combinados sem romper o ritmo ou a precisão do processo.

Agora, sem a ajuda das setas!

Tente esse último exercício, sem ter o desenho das setas como referência.

Técnicas de palhetada

Conclusão

Tente ligar todas essas técnicas de palhetada em uma progressão de acordes – flutue os acordes nos primeiros compassos e pule algumas cordas em mudanças de acordes mais definidas no refrão. Misture!

Espero que tenha gostado da lição sobre técnicas de palhetada. Comente!

Técnicas de Guitarra: Execícios para Tocar Hammer-on

Olá pessoal tudo bem? Hoje pretendo disponibilizar um material bem interessante para quem quer tocar Hammer-on. Mas o que é hammer-on? Basicamente uma

Olá pessoal tudo bem? Hoje pretendo disponibilizar um material bem interessante para quem quer tocar Hammer-on. Mas o que é hammer-on? Basicamente uma técnica para facilitar a sua tocabilidade.

Técnicas de Guitarra: Execícios para Tocar Hammer-on

Um hammer on ocorre quando você toca uma nota, e então você usa o outro dedo da mão que estiver tocando para reproduzir outra nota na mesma corda (geralmente 1,2 ou 3 casas acima). Tudo isso com uma única palhetada. Ou seja, você dá a palhetada e toca algumas notas diferentes na mesma corda. Quer uma dica? Fazer é muito mais fácil do que explicar :D

Hammer on 1

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Técnicas de Guitarra: Execícios para Tocar Hammer-on

Hammer on 2

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hammer on tablatura

Hammer on em Riff Lento

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exerícios para tocar hammer on na guitarra

Hammer on em Riff Rápido

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Hammer on tab: exercício 1

|---------------------1h2-2h3-----------------------------------------||-----------------1h2---------2h3---------------------------------3h4-||-------------1h2-----------------2h3-------------------------3h4-----||---------1h2-------------------------2h3-----------------3h4---------||-----1h2---------------------------------2h3---------3h4-------------||-1h2-----------------------------------------2h3-3h4-----------------||-3h4-4h5-----------------------------------------5h6-6h7---------------||---------4h5---------------------------------5h6---------6h7-----------||-------------4h5-------------------------5h6-----------------6h7-------||-----------------4h5-----------------5h6-------------------------6h7---||---------------------4h5---------5h6---------------------------------6-||-------------------------4h5-5h6---------------------------------------|

Como executar:

  • Hammer on com o indicador para o dedo médio (i para m) … suba e desça
  • Hammer on com o dedo médio para o anelar (m para a) … suba e desça
  • Hammer on com o anelar para o dedo mínimo (a para x) … suba e desça

Hammer on tab: exercício 2

|---------------------1h3-2h5-----------------------------------------||-----------------1h2---------2h4---------------------------------3h4-||-------------1h3-----------------2h3-------------------------3h5-----||---------1h4-------------------------2h4-----------------3h6---------||-----1h3---------------------------------2h5---------3h5-------------||-1h2-----------------------------------------2h4-3h4-----------------||-3h5-4h7-----------------------------------------5h7-6h7---------------||---------4h6---------------------------------5h6---------6h8-----------||-------------4h5-------------------------5h7-----------------6h9-------||-----------------4h6-----------------5h8-------------------------6h8---||---------------------4h7---------5h7---------------------------------6-||-------------------------4h6-5h6---------------------------------------|

Como executar:

  • Hammer on com o indicador para o médio (i para m)
  • Hammer on com o indicador para o anelar (i para a)
  • Hammer on com o indicador para o mínimo (i para x) … suba e desça

Hammer on tab: exercício 3

|---------------------2h4-2h4-----------------------------------------||-----------------1h3---------3h5---------------------------------3h5-||-------------2h4-----------------2h4-------------------------4h6-----||---------1h3-------------------------3h5-----------------3h5---------||-----2h4---------------------------------2h4---------4h6-------------||-1h3-----------------------------------------3h5-3h5-----------------||-4h6-4h6-----------------------------------------6h8-6h8---------------||---------5h7---------------------------------5h7---------7h9-----------||-------------4h6-------------------------6h8-----------------6h8-------||-----------------5h7-----------------5h7-------------------------7h9---||---------------------4h6---------6h8---------------------------------6-||-------------------------5h7-5h7---------------------------------------|

Como executar:

  • Hammer on com o indicador para o médio (i para m)
  • Hammer on com o médio para o mínimo (m para x) … suba e desça

Hammer on tab: exercício 4

|-------------------------------------------------------------1h2h4-1h=||-------------------------------------------------1h2h4-1h3h4----------||-------------------------------------1h2h4-1h3h4----------------------||-------------------------1h2h4-1h3h4----------------------------------||-------------1h2h4-1h3h4----------------------------------------------||-1h2h4-1h3h4----------------------------------------------------------||-3h4-------------------------------------------------------------------||-----1h2h4-1h3h4-1h2h4-1h3h4-------------------------------------------||-----------------------------1h2h4-1h3h4-------------------------------||-----------------------------------------1h2h4-1h3h4-------------------||-----------------------------------------------------1h2h4-1h3h4-------||-----------------------------------------------------------------1h2h4-|

Como executar:

  • Hammer on com o indicador para o médio para o mínimo (i para m para x)
  • Hammer on com o indicador para o anelar para o mínimo (i para a para x) … suba e desça

É isso aí, espero que curtam a lição e pratiquem bastante. Abraço

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Trocando as cordas de um violão clássico – náilon

Cordas de violão são como pneus de bicicleta – eles se desgastam e precisam ser trocadas. Porém, ao contrário dos pneus de bicicleta, elas podem apresentar

Cordas de violão são como pneus de bicicleta – eles se desgastam e precisam ser trocadas. Porém, ao contrário dos pneus de bicicleta, elas podem apresentar falhas subitamente, ou até mesmo sem haver muito uso.

Bom, de qualquer forma, trocar cordas de guitarra não é um trabalho tão sujo quanto trocar um pneu de bicicleta. Pessoalmente, eu gosto de fazer as coisas por conta própria e pegar a prática com o tempo. A repetição leva à perfeição – aliás, isso serve pra música em geral, concorda?

Trocar as cordas de um violão clássico pela primeira vez pode ser um pesadelo para muitos e pode parecer que é necessário ter a habilidade e destreza de um cirurgião cerebral para fazer isso. Não se assuste, iremos te guiar em todo o processo de trocar as cordas de nylon do seu violão clássico.

1º Passo:

Coloque o violão em uma superfície plana como uma mesa, sem objetos por perto de preferência. Você vai precisar de espaço. Alternativamente, pode apoiar o instrumento em seu colo.

Insira a corda mais grossa, no sentido da esquerda para a direita (conforme na foto), no buraco localizado na ponte do violão.

Trocar cordas de violão 1
Para as cordas de nylon, primeiro, queime a ponta da corda, de modo que se forme uma bolha. A razão de fazer isso é que essa parte queimada irá criar uma superfície aderente na corda e impedir que ela deslize quando estiver sob tensão.

Trocar cordas de violão 15
2º Passo

Com sua mão direita, passe a ponta solta que acabou de inserir no furo por trás da corda, como se desse uma volta por trás dela.

Trocar cordas de violão 2
3º Passo

Agora, passe a extremidade da corda por dentro da volta que você fez, posicionando a ponta da corda na parte de trás da ponte.

Trocar cordas de violão 3
Veja uma imagem aproximada de como deve ficar:

Trocar cordas de violão 4

A ponte do seu violão deve ficar como mostrada na figura abaixo. Perceba que a corda está presa nela mesma, com um nó bem simples, que basicamente irá travar a corda na sua posição e impedir que ela deslize.

Trocar cordas de violão 5
Nas fotos, há uma volta grande sendo feita para dar o nó apenas para poder demonstrá-lo. Na vida real, tente fazer uma volta menor e apertar o nó bem.

Para as cordas de nylon, o procedimento é o mesmo, porém, você deve passar a extremidade da corda duas vezes na volta que você fez anteriormente, criando um nó mais firme para essas cordas mas finas. A imagem abaixo mostra como deve ficar o nó.

Trocar cordas de violão 16Trocar cordas de violão 17Trocar cordas de violão 18

Agora, vamos para a cabeça do violão…

1º Passo

Posicione a cabeça do violão em seu colo e o corpo do instrumento no chão (basicamente, deixe-o apoiado em você). Apanhe a corda e insira ela no buraco da tarracha. Veja que a corda mais grossa está sendo colocada na tarracha que fica mais embaixo na cabeça do violão (são 3 de cada lado). É importante respeitar essa regra, pois geralmente as cordas tem tamanho específico para a posição onde vão ser colocadas.

Trocar cordas de violão 6

2º Passo

Pegue a extremidade da corda que atravessou o buraco da tarracha e puxe-a por cima novamente, no espaço que fica entre a tarracha e o violão. Veja na imagem como este procedimento foi feito.

Trocar cordas de violão 7

3º Passo

Passe a extremidade da corda que está em sua mão direita para sua mão esquerda.

Trocar cordas de violão 8

4º Passo

Agora passe a extremidade solta por baixo da corda, como mostrado na imagem. No detalhe da foto, você pode ver que a corda mais grossa é um pouco diferente de um lado (mais flexível). Isso não é um erro de fabricação – de fato a maioria dos fabricantes fazem isso para facilitar o nó feito nessa corda, que por ser mais grossa, pode desafinar fácil se não for bem colocada.

Trocar cordas de violão 9

Veja no detalhe o nó que deve ser feito. Este nó é conhecido como um “meio nó”.

Trocar cordas de violão 10

Na 6ª corda, ou corda mais fina, há um procedimento de segurança adicional. Ao invés de fazer um “meio nó”, faça 2 “meio nós”, conforme descrito nesse passo. Isso irá deixar a corda mais fina bem firme, impedindo que deslize facilmente.

Trocar cordas de violão 20

5º Passo

Com sua mão direita, segure a extremidade da corda e puxe-a firmemente, mantendo ela firme em sua mão. O intuito é não deixar a corda frouxa, então, você deverá puxá-la para ficar bem presa (sem uso de violência).

Trocar cordas de violão 11

6º Passo

Enquanto segura a corda firmemente, comece a girar a tarracha em sentido horário, com sua mão esquerda.

Trocar cordas de violão 12

7º Passo

Continue girando a tarracha em sentido horário e você perceberá que o nó feito anteriormente começará a se mover, conforme você gira a tarracha.

O nó vai eventualmente se alinhar com o buraco, como na foto acima.

8º Passo

Continue girando a tarracha até que o nó se posicione acima do buraco e fique na posição mostrada na foto.

Nessa posição, o nó não irá escorregar e você pode soltá-lo. Você pode agora repetir esse processo com as cordas de aço que faltam.

É importante lembrar que sempre que trocamos as cordas, elas precisam de um tempo pra se ajustarem e se acostumarem com a tensão. Nesse período, as cordas vão desafinar com mais frequência e é aconselhável que você afine o violão frequentemente até que ele consiga manter a afinação por mais tempo.

Espero que tenham gostado dessa matéria sobre como afinar um violão clássico com cordas de náilon. Até a próxima!

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Teoria simplificada: Escala Maior

Neste artigo, iremos tornar bem simples o entendimento das escalas, mais especificamente da escala maior. Porém, antes de começarmos, aconselhamos que você já tenha entendido bem o que são intervalos, para que servem e como se aplicam.

O que é a Escala Maior?
A escala maior é compreendend

Neste artigo, iremos tornar bem simples o entendimento das escalas, mais especificamente da escala maior. Porém, antes de começarmos, aconselhamos que você já tenha entendido bem o que são intervalos, para que servem e como se aplicam.

A escala maior é compreenda como uma sequência de 7 sons, composta por 5 tons e 2 semitons. Os 2 semitons localizam-se entre a 3ª e a 4ª nota, e entre a 7ª e 8ª nota. Para ilustrarmos melhor, veja o diagrama abaixo:

Para facilitar a compreensão e fazer uma associação concreta, podemos dizer que a sequência Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si e Dó resume a definição da escala maior.

A escala diatônica maior na tonalidade de Dó é o modelo, por não possuir nenhum tipo de acidente (sustenido ou bemol) em sua formação. Então, os intervalos entre as notas da sequência de Dó maior são exatamente iguais aos da fórmula da Escala Maior – os tons e semitons contidos na escala diatônica são chamados naturais.

Baseando-se no entendimento sobre os intervalos, podemos classificar a relação entre as notas dessa escala (sempre à partir da tônica, ou seja, a primeira nota da escala, e as demais notas).

 

Aplicando a escala maior no violão ou guitarra

Como a escala maior possui sete graus diferentes, pois o VIII Grau é a repetição do I Grau, temos sete possibilidades diferentes de execução. Ou seja, podemos partir de cada uma das sete notas, como pode ver no exemplo:

Desse modo, podemos digitar as notas da escala maior no braço do violão começando de qualquer uma das notas. Serão sete desenhos, maneiras e modos diferentes. Cada um desses modos recebeu nomes gregos, conforme ilustrado abaixo:

Execução da escala maior no violão ou guitarra

Com seu instrumento em mãos é hora de executar os modos de escala maior. Apresentamos os respectivos desenhos melódicos abaixo. Por uma questão de comodidade e facilidade, eles estão na tonalidade de Sol Maior. Digite os desenhos no instrumento utilizando o dedo indicador e médio da mão direita.

Esperamos com esse artigo ter simplificado ao máximo o entendimento da escala maior, até a próxima!

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Arquivado em: Guitarra, Teoria Musical, Violão Marcados com: dorico, eolio, escala maior, escalas maiores, frigio, jonio, lidio, locrio, mixolidio

 

Teoria musical para iniciantes

Este artigo sobre teoria musical para iniciantes será voltado para aqueles que não tem nenhuma noção de teoria musical nem tão pouco estão acostumados com o termo, portanto, falaremos do assunto de forma simples e detalhada. Acreditamos que através de um mínimo de conceitos básicos sobre te

Este artigo sobre teoria musical para iniciantes será voltado para aqueles que não tem nenhuma noção de teoria musical nem tão pouco estão acostumados com o termo, portanto, falaremos do assunto de forma simples e detalhada. Acreditamos que através de um mínimo de conceitos básicos sobre teoria musical o estudante poderá obter repertório suficiente para prosseguir no estudo musical.

É de grande importância que, no final deste artigo sobre teoria musical para iniciantes, o aluno tenha compreensão total e absoluta sobre o que foi estudado e que não restem dúvidas para poder se aprofundar sobre esse assunto da teoria musical. Caso for no seu interesse, visite este outro artigo sobre a história das notas musicais!

Teoria musical para iniciantes

TOM E SEMITOM

Como vimos, a música ocidental possui um sistema compostos por 12 sons (notas) diferentes: sete notas naturais e cinco acidentais. Para se obter uma relação concreta entre os sons musicais foi criada uma unidade de medida, chama de Tom.

Tom é a unidade de medida musical, e é usado para determinar a distância sonora entre os sons musicais.

O TOM pode ser dividido em duas partes, que recebem o nome de SEMITOM. O Semitom, além de representar a metade da unidade padrão, também é a menor medida possível entre os sonos do nosso sistema musical. Para que fique claro, vamos explicar novamente utilizando comparações com outros métodos mais comuns do nosso cotidiano. Para se conseguir uma relação entre notas que tornasse possível a manipulação dos sons, foi criada uma medida de altura (grave e agudo) das notas. Essa medida possui uma unidade a que se deu o nome Tom. O Tom é simplesmente a medida dos sons em música, assim como temos o metro para medir as distâncias, o quilograma para medidas de peso e os minutos para medir o tempo, o Tom irá medir as frequências sonoras, ou seja, através da altura do som se estabelecerá uma nomenclatura. Então, o Tom é a distância existente, por exemplo, entre as notas Dó e Ré – entre outras, como veremos logo adiante. Sendo que o mesmo pode ser dividido em duas partes, que serão chamadas de SEMITOM. O Semitom é o menor espaço existente entre dois sons musicais e essa é a medida que ocorre entre as casas da guitarra, ou seja, de um traste para outro.

O semitom é o menor intervalo possível entre dois sons musicais.

Falamos até agora dos setes sons naturais! Agora iremos tratar dos outros cinco sons a que nos referimos como Acidentes Musicais.

ACIDENTES MUSICAIS

Acidentes Musicais são as notas formadas através da utilização dos Sinais de Alteração. Estes Sinais símbolos que, quando colocados juntos de alguma nota natural, irão alterar a sua frequência (altura) criando assim o Acidente Musical. Portanto, os Sinais de Alteração ou Acidentes Musicais alteram a frequência das notas naturais, sendo que na grafia o seu nome não mudará. Essas mudanças podem acontecer de duas maneiras: Bemois ( b ) e Sustenidos ( # ).

BEMOIS E SUSTENIDOS

Essas alterações têm o objetivo de movimentar a frequência das notas para que elas possam assumir outros contextos musicais. Bemóis e Sustenidos são as alterações na frequência, que se pode fazer em algumas notas naturais, essas alterações ocorrem de forma oposta, da seguinte forma:

Bemol (b): Reduz a frequência das notas em um SEMITOM, ou seja, faz o som da nota ficar mais grave, após receber a alteração, em um SEMITOM.
teoria musical para iniciantes

Sustenido (#): Eleva a frequência das notas em um SEMITOM, ou seja, faz o som da nota ficar mais agudo, após receber a alteração, em um SEMITOM.

teoria musical para iniciantes

Os acidentes musicais alteram as notas da seguinte maneira:

Nota Sol = quando colocamos a alteração b, temos Solb.
Nota Sol = quando colocamos a alteração #, temos Sol#.

Ou ainda, podemos visualizar de forma inversa:

Nota Solb = é a nota Sol (natural) que recebeu um Acidente b, e portanto ficou um Semitom mais grave.
Nota Sol# = é a nota Sol (natural) que recebeu o Acidente #, e portanto ficou um Semitom mais aguda.

Temos ainda mais duas formas possíveis derivadas das primeiras.
Dobrado Bemol (bb): abaixa a altura da nota musical em um tom, ou seja, reduz a frequência das notas em um TOM.

teoria musical para iniciantes

Dobrado Sustenido (##): aumenta a altura da nota musical em um tom, ou seja, eleva a frequência da nota em um Tom.

teoria musical para iniciantes

Solbb = Sol dobrado bemol, nota Sol diminuta de dois SEMITONS (um Tom).
Sol## = Sol dobrado sustenido, nota Sol acrescida de dois Semitons (um Tom).

Em resumo:

Bemol (b) = Reduz a nota em meio tom.
Sustenido (#) = Eleva a nota em meio tom.
Dobrado bemol (bb) = Reduz a nota em um tom.
Dobrado sustenido (##) = Eleva a nota em um tom.

É isso então pessoal, espero que este artigo sobre teoria musical para iniciantes possa ter esclarecido melhor as suas dúvidas!

Artigo sobre Teoria musical para iniciantes escrito por JP.

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Arquivado em: Contra Baixo, Guitarra, Teoria Musical, Violão Marcados com: acidentes musicais, bemois, sustenidos, teoria musical, teoria musical para iniciantes, tom e semitom

Comentários

  1. thaynnadiz28 de abril de 2013 em 15:21gostei do site me ajudou muito Responder
  2. thalissadiz29 de outubro de 2014 em 22:33gostei mt da matéria.primeira vez q tenho contato com o assunto e ajudou bastante.obrigada Responder
  3. teoria musicaldiz11 de janeiro de 2015 em 16:52Gostei muito desse site , vai direto para meus favoritos Responder

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  1. A utilização dos Tons e Semitons no sistema musica ldisse: 24 de fevereiro de 2015 às 15:21 […] e Semitons no Sistema Musical: Como já havíamos visto no artigo anterior sobre Teoria Musical para Iniciantes, conforme colocamos sinais de alteração nas notas naturais, mudamos suas frequências para […]Responder