Quando a brisa espalha essência de uma flor Bela imagem surge no meu coração És tu Vem luzir a quadra do primeiro amor Vem prender mais ainda As algemas desta escravidãoTu és a gloria de Satã No reino da traição E tens no peito rubra pedra Em forma de um coração Tua boca, linda de maçã É o fruto da tentaçãoTu és a rocha, eu sou o mar A te beijar Mas a vida é cárcere divino Temos o destino, branco ou purpurino Escrito lá nos céusDeus, ó, Deus Tendo por caridade compaixão Piedade da infelicidade Que se abriga em mim Enviai um raio de esperança De rósea bonança Para quem não cansa de viver assim Pelo amor que teve vida livre passageira De um pálido jasmim
Compositor(es): Bonfiglio de Oliveira / Branca M. Coelho.