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Pequena Morte

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Só a festa é o que nos resta. Pequena Morte é prazer. Por parte dos músicos, uma festividade musical surgida do encontro de pessoas dispostas a celebrar a vida. Por parte do público, uma vibração regada a suor, formado por pessoas convencidas a gastar a sola do sapato se divertindo como a música sugere. Diferente do que o primeiro contato com o nome da Pequena Morte pode sugerir de estranho, falar dessa banda é o mesmo que falar de festa. Para muitos, qualquer referência mórbida é extinta quando testemunham a atuação deles ao vivo, em especial quando descobrem que o nome é uma referência ao termo francês “Petite Mort”, usado para descrever uma experiência na qual se morre um pouco para renascer melhor ao final, uma bela e interessante metáfora para o orgasmo. A Pequena Morte é um dispositivo, um conjunto de fatores que foi propositalmente unido, porém sem qualquer roteiro pré-definido para o que surgiria dessa reunião, cujo resultado não poderia sintetizar melhor o que levou esse grupo a se formar. A diversão. Denominado de Ska o estilo musical dessa banda pode ferir os conceitos dos mais ortodoxos do gênero. Mas é assim que ele é percebido pelo público e pelos membros da banda que não vêm motivo algum para se opor a isso. Acontece que a Pequena Morte é um experimento no sentido mais simples da coisa, como um acidente de laboratório que acabou se tornando mais relevante que a própria busca inicial. Não se trata de música atonal ou daqueles sons indigestos que pouca gente se atreve a escutar. Nada contra esses estilos, pelo contrário até, mas não é assim que se dá a experiência da banda, que imprime em sua sonoridade elementos profundamente brasileiros, mas também muito do rock se revela, assim como elementos de Jazz e da música pop. A Pequena Morte é uma criança daquelas com os olhos bem atentos a tudo ao seu redor. Pronta pra perceber e absorver as constantes novidades reveladas no seu entorno. Nem três anos fez, desde que as primeiras composições surgiram. De uma idéia inicial do vocalista e guitarrista Raul Gustavo (o Raulzito) juntamente com o baterista Tamás Bodolay, foram se agregando outros parceiros, entre amigos musicais novinhos em folha e velhos conhecidos dos dois. A formação da banda pouco mudou desde o seu surgimento. Hoje com seis membros, a Pequena Morte vem galgando espaços no cenário independente de Belo Horizonte, sempre mantendo discurso sonoro folião. Além dos já citados Raulzito e Tamás, os outros membros são: Gustavo, mais conhecido como Djalva, que é o responsável pelas sutis paletadas de acordes nobres na guitarra. Rodrigo Borges (Tio Ro) que dá um toque, digamos, xamanista no som com suas inferências percussivas. Gabriel Assad (Hax) é o homem dos graves tons com seu baixo marcado. Fechando a panela, Jonatha Max surge com seu trombone premiado, soprando para o alto o astral da banda e ocupando a lacuna antes ocupada pelo trompete de Paulo Barcelos, que teve que se afastar da banda há pouco para cuidar de outros projetos pessoais.

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