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Luziluzia

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foto de Luziluzia

Ano passado nós apresentamos o EP de estreia da banda goiana Luziluzia, composta por membros da extinta Riverbreeze e membros da já internacional Boogarins. Na época comentamos: “Atmosférico e lo-fi, derretido em uma cadência gostosa, timbres que lembram o mar, de rápida assimilação. Lá fora, enxergamos uma série de boas bandas revivendo o pop psicodélico dos anos 60 e os movimentos de contracultura. Assim como o tropicalismo se espelhou naquilo que vinha de fora e se espalhou em ritmos e timbres nacionais, vemos aqui uma série de artistas nacionais se espelhando nessa nova psicodelia gringa, que já é espelho da velha psicodelia gringa, mas com uma série de novos truques de outros gêneros na manga. Essa molecada é o Batman e o Coringa juntos. “Monólogo do velho louco” é o Coringa no caso.” Tudo isso continua bem válido, até porque as três faixas do EP também constam agora no disco cheio, o primeiro do grupo, intitulado Come On Feel The Riverbreeeze e composto no total por 11 faixas. A tônica se mantém, os extremos do álbum entraram no EP, caso de “Summertime” e “Monólogo do Velho Louco“, as novidades soam como parte do caminho entre o começo e o fim, neste sentido não poderia concordar mais com o posicionamento das músicas no tracklist, faz muito sentido. A melhor definição deste álbum, vem ainda do primeiro release que recebemos no ano passado, informando qual era a proposta da banda (então nada mais coerente do que refletir no disco, certo?): “Luziluzia, pretérito imperfeito do verbo luziluzir, parece lamentar as pequenas nostalgias do que poderia ter sido. E pode vir a ser tanto uma beleza singela quanto uma feiura elaborada, com músicas à beira da melancolia num dia ensolarado. A transitoriedade entre o caos e a calmaria agrega elementos rítmicos da música brasileira a uma liberdade despretensiosa.“ Apesar do álbum não ter uma música ruim, além das faixas previamente conhecidas (e “Monólogo do velho louco” é a melhor delas), poderia destacar as ótimas dinâmicas de excitação e melancolia em “Polinésia” e “Cosmic Melodrama“, a força pop/radiofônica de “Existir“. O petardo de “Alegria”. Ou as faixas de transição para uma realidade alterada, como “Torpe” e “52Hz“. Ouça o disco na íntegra, lembrando que na sexta-feira o álbum estará disponível à venda no site do selo da banda, a esperta Balaclava Records, no formato físico de CD. Ou digital, via iTunes. Em streaming também no Rdio e Deezer.

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