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Hypocrisy

Heavy Metal

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foto de Hypocrisy

A história da banda começa por volta de 1990, quando o sueco Peter Tägtgren, em uma visita à Flórida, (E.U.A) presenciou o surgimento e o reconhecimento que o estilo "Death Metal" estava tendo, com bandas como "Morbid Angel", "Obituary", "Death", etc, e, muito entusiasmado, prometeu a Phil Fasciana (Malevolent Creation), que na próxima vez que retornasse aos Estados Unidos, teria uma banda de Brutal Death Metal e um contrato em mãos. De volta a Suécia, Peter concentrou todas as suas energias em compor material para gravar, e mostrar as gravadoras. Com material em mãos, ele gravou sua primeira fita demo, no final de 1991. Chamava-se "Rest In Pain" continha três faixas, e nunca foi enviada às gravadoras pois ele não parecia estar satisfeito com os vocais, e teria de qualquer forma, que procurar integrantes para sua banda, para poder tocar ao vivo. Com alguns telefonemas, ele conseguiu entrar em contato com o vocalista da banda "Votary" na época, chamado Magnus "Masse" Broberg (Emperor Magus Caligula). Já para sua segunda fita Demo, Peter compôs mais duas músicas, e tinha Masse Broberg (Emperor Magus Caligula) nos vocais. Esta rendeu à banda um contrato com a Nuclear Blast. Era então hora de ter uma formação completa para a banda. Masse perguntou à Mikael Hedlund, baixista da banda que ambos tiveram, se ele gostaria de participar da nova banda, o mesmo fez Peter Tägtgren, perguntando Lars Szoke, baterista de uma banda que tiveram em 1984. Mikael concordou, e Lars que estava tocando bateria, numa banda chamada Epitath, também, trazendo com ele, o guitarrista Jonas Osterberg. Formada a banda, eles realizaram seu primeiro show em 6 de Junho de 1992. O primeiro CD/LP lançado pela banda foi "Penetralia", pela Nuclear Blast, que continha as músicas compostas nas fitas anteriores, mais seis faixas. duas faixas ainda ficaram de fora, e Peter gravou bateria em algumas e fez vocais em outras. Boas resenhas nas principais revistas do mundo todo renderam bons shows à banda, que saiu em turnê com a banda "Brutality". Para esse álbum, a banda gravou dois vídeos clipes: "Left to Rot" e "Impotent God”. Em 1993, saiu pela Relapse Records, o Mini CD "Pleasure of Molestation", seguido do álbum "Osculum Obscenum" pela Nuclear Blast. Nesse álbum, a banda já não contava com o guitarrista Jonas Osterberg, com Peter assumindo a segunda guitarra. O álbum (Osculum Obscenum ) conta com um cover do Venom, "Black Metal", e mostra as diversas influências da banda, misturando Death Metal com Black Metal, desprendendo-se de ser apenas mais uma banda de Death Metal. Para este álbum, a banda gravou um vídeo clipe para a faixa "Pleasure of Molestation". O ano de 1994 marca uma mudança crucial para a banda. Masse Broberg (Emperor Magus Caligula) deixa a banda, com Peter assumindo os vocais e guitarras. O Hypocrisy grava então, seu primeiro trabalho como um trio. O EP "Inferior Devoties", com Peter Tägtgren nos vocais e guitarras, Mikael Hedlund no baixo e Lars Szoke na bateria. No mesmo ano, a banda lança seu terceiro álbum, intitulado "The Fourth Dimension". Esse foi o primeiro passo do rumo que a banda viria a seguir dali adiante. Faixas como "Apocalypse" e "The Fourth Dimension" com vocais limpos, teclados, e andamento Doom Metal. Muitos fãs da banda questionaram o novo direcionamento. Eles seguiram em turnê, com a ajuda de Mattias Kamijo (Algaion), assumindo a guitarra base nos shows. Ainda em 1994 a banda encontra tempo para iniciar um projeto paralelo, chamado "The Abyss". Nessa banda, a banda procurou expor suas influências no gênero "Black Metal" em sonoridade de bandas como Gorgoroth e Emperor, mas sem o uso de teclados. O primeiro álbum desse projeto foi "The Other Side", gravado em 1994 no estúdio de Peter, o "The Abyss" e lançado em 1995. Nele os integrantes tocam instrumentos diferentes dos que tocam no Hypocrisy: Mikael Hedlund na Guitarra e nos Vocais principais, Lars Szoke tocando guitarra e fazendo alguns vocais e Peter Tägtgren tocando bateria, baixo e fazendo alguns vocais também. A quarta faixa deste álbum, "Massacra" é um cover da lendária banda "Hellhammer", do álbum "Apocalyptic Raids", um E.P lançado primeiramente em 1984. Curiosamente, quem fez o logotipo dessa banda foi o ex-vocalista Masse Broberg (Emperor Magus Caligula). Em 1995 a banda lança um Vinil de 7 polegadas com duas faixas inéditas até então: "Carved Up" e "Beggining of The End". O ano de 1996 marca o lançamento do quarto álbum da banda pela Nuclear Blast: "Abducted". Difícil até mesmo de ser rotulado, o álbum conta com faixas como "Slippin Away", com influências Atmosféricas e de Pink Floyd, "Roswell 47", que virou faixa obrigatória nos shows da banda desde então, e que teve um vídeo gravado, "Killing Art" e "Abducted", com algo do Death Metal dos primeiros álbuns, a continuação para a faixa "The Arrival of the Demons", entre outras. O vocal de Peter, assim como toda a musicalidade da banda, também amadureceu, oferecendo vocais guturais, vocais rasgados e vocais limpos. As músicas estavam mais melódicas, e a temática principal do álbum eram os alienígenas e ficção científica em geral. Isso se deve a saída de Masse Broberg (Emperor Magus Caligula), que era o letrista da banda nos dois primeiros álbuns. Com Peter assumindo essa função, ele resolveu abordar essa temática que tanto o fascinava. Destaca-se também a boa produção do álbum, algo difícil para a época em termos de metal extremo. Com isso, o estúdio de Peter, o "The Abyss", começa a ser cada vez mais e mais requisitado, tendo ele que dividir o seu tempo entre a família, a banda Hypocrisy e a produção no seu estúdio. Curiosamente, Peter pediu ajuda ao Governo Sueco, em termos financeiros para poder construí-lo. 1997 marca um período crítico para a banda. Peter tinha que assumir todas as responsabilidades referentes ao Hypocrisy, como entrevistas, composição de músicas, letras, produção, gravação, mixagem. Somando isso ao estúdio, que vinha sendo o seu real sustento financeiro, à família, ele começou a anunciar nas entrevistas que vinha realizando, que o próximo álbum seria o último do Hypocrisy, que depois do lançamento e dos shows, não haveria mais banda, e ele viria a se dedicar somente aos seus outros projetos. O segundo álbum do projeto "The Abyss" é lançado, sendo direcionado para uma linha de Black Metal mais rápido, como o Marduk vinha fazendo. Diferente do primeiro álbum, que oferecia um excelente trabalho de guitarra, arranjo e melodias, tendo inclusive a participação de uma vocalista para vocais operísticos, esse novo álbum decepcionou muita gente que esperava uma continuação do primeiro álbum. "Summon the Beast", também foi anunciado como último álbum desse projeto, tendo a banda dada como explicação, o fato de não terem como superar o trabalho deste álbum, que seria o melhor que eles puderam ter feito. Tanto este como o primeiro álbum, continham menos de 30 minutos de música. Peter também realizou algumas turnês como segundo guitarrista da banda "Marduk", na qual ele vinha produzindo alguns álbuns. Mais um álbum paralelo ao Hypocrisy é lançado, dessa vez, um projeto solo de Peter, chamado "Pain". Com uma sonoridade totalmente diferente do Hypocrisy, e experimental, misturando música eletrônica, com guitarras distorcidas e vocais limpos, Peter toca todos os instrumentos (Bateria, Baixo, Guitarra, Sintetizadores e Vocais) e mostra ao público mais uma de suas influências. Finalmente, é lançado o álbum "The Final Chapter", que seria o mais bem sucedido álbum da banda até então, que tem entre as músicas, um cover da banda "Razor", a faixa "Evil Invaders". Excelentes resenhas por parte das principais revistas do mundo todo, e com bom suporte do selo Nuclear Blast, em termos de divulgação, a banda participa dos principais festivais Europeus, e no Wacken Open Air de 1998, a banda gravou sua apresentação para o primeiro álbum ao vivo, chamado "Hypocrisy Destroys Wacken". Esse seria o álbum que Peter anunciava lançar, juntamente com gravações raras, suas primeiros demos e versões nunca lançadas, como presente para os fãs. Na verdade o álbum continha a apresentação da banda, mais uma faixa inédita, duas versões demos de faixas inéditas e uma música do Vinil "Carved Up". Mas aparentemente, a boa resposta do público, e o "Milwaukee Metal Fest" faria a banda mudar de ideia. Eles se reuniram, e ficou decidido que cada membro da banda iria assumir maiores responsabilidades, como composição, entrevistas, dedicação à música e ao instrumento que cada toca, e um comprometimento maior com a banda em geral. Também ficou resolvido que a banda não teria que lançar álbuns todos os anos, como vinha fazendo, e sim, fazer bons álbuns e boas turnês. Com um intervalo de dois anos, em 1999 o trio lança seu sexto trabalho de estúdio, excluindo EP's, Singles e o álbum ao vivo. O álbum é auto-intitulado, tendo Peter explicado que iria se chamar "Clone", entretanto, várias bandas estavam fazendo o mesmo, então ele simplesmente decidiu chamar de "Hypocrisy". Mais uma mudança de sonoridade marca esse álbum, dessa vez se distanciando de seus primeiros álbuns, ficando difícil até mesmo definir um rótulo. As melodias estão lá, as guitarras de sete cordas estão lá, os vocais rasgados estão lá, e os teclados também, o que ainda definem como um álbum da banda. "Fractured Millennium", é uma faixa que poderia ser facilmente colocada no "Abducted" ou no "Final Chapter", com vocais rasgados, guitarra base pesadíssima juntamente com as guitarras melódicas. A maioria das faixas segue essa linha, mas com Peter fazendo mais variações em seus vocais, tanto limpos, rasgados, guturais, como com efeitos de estúdio. A última faixa, seguindo a tradição dos últimos álbuns, é a mais atmosférica, com guitarras limpas e vocais limpas, e letras depressivas. Enquanto isso, Peter lançou o segundo álbum do seu projeto Pain, intitulado "Rebirth". Anteriormente a ele haviam sido lançados dois singles, "End of Line" e "On and On", e após o lançamento do álbum, mais um, para a música "Suicide Machine". O álbum é muito bem recebido pela crítica, tendo Peter que formar uma banda completa para poder sair em turnê. A participação da banda nos principais festivais Europeus é garantida, e em 2000 a banda lança outro álbum, "Into the Abyss". Desta vez, a banda retorna um pouco ao seu lado Death Metal, como em "Legions Descend", "Fire in the Sky", que imediatamente se tornou um clássico da banda, com andamento cadenciado, bons riffs, vocais rasgados, e uma orquestra no meio da música. A última música também é mais atmosférica, com teclados em destaque, andamento cadenciado e vocal limpos, com um refrão pegajoso. "Into the Abyss" ficou conhecido também por ter sido composto e gravado em cerca de um mês, o que surpreende devido à qualidade das músicas e da produção. O ano de 2001 não teve nenhum álbum inédito da banda, mas os fãs foram presenteados com a coletânea "10 Years of Chaos and Confusion". Alguns meses antes, a banda lançou um questionário no site da Nuclear Blast, perguntando aos fãs que faixas eles gostariam que estivessem presentes, podendo ser escolhidas duas de cada álbum, desde o "Penetralia" até "Into the Abyss". Todas as faixas mais antigas, do álbum "Penetralia" até "The Fourth Dimension" foram totalmente regravadas, e alguns de seus arranjos foram modificados, ou acrescentados, e o álbum tinha encarte recheado de fotos dos bastidores, de shows e uma biografia, feita por Robert Muller, da revista alemã Hammer.. O presente para os fãs veio para quem adquirisse as primeiras cópias. Foi incluído um segundo CD de bônus, que vinha com as duas primeiras Demo Tapes da banda, de 1991 e 1992 respectivamente. O áudio foi restaurado por Dan Swano, mantendo a sonoridade original das fitas, mais uma faixa inédita "Turn the Page" e todos os clipes que a banda havia lançado até então. Tudo isso em um Box para armazenar os dois CD's. No mesmo ano, é lançado o primeiro DVD da banda, com o mesmo conteúdo do VHS "Hypocrisy Destroys Wacken", mais os clips lançados até então. Para o Hypocrisy, 2002 é o ano de "Catch 22". Com dois anos de intervalo, a banda volta com uma sonoridade, mais uma vez, diferente. Algumas faixas possuem riffs que lembram as bandas mais modernas como Slipknot, mas nunca perdendo sua agressividade. Peter, mesmo nos dias de hoje, sente muito orgulho deste álbum como um todo, não sabendo ao certo, a razão de sua recepção não ter sido tão boa perante os fãs da banda, dizendo até que foi um álbum "além de sua época, incompreendido". Mas ao vivo, as faixas pareciam funcionar, com os vocais sem efeito ajudando a torná-las mais agressivas. Um registro da turnê desse álbum foi feito no festival "Summer Breeze", em 2002. No mesmo ano, são lançados dois singles, um deles com uma música cover dos Beatles, "Eleanor Rigby", e o novo "Pain", chamado "Nothing Remains the Same". Mais uma vez, o álbum é muito bem sucedido e a banda sai em turnê, gravando clipes e aparecendo inclusive na TV. O Hypocrisy sai em turnê em extensa turnê em, e Peter declara que não produzirá mais nenhum álbum em seu estúdio, até o próximo lançamento do Hypocrisy. Parte da explicação pode ser vista nas letras das músicas de "Catch 22", em que expõe seu lado mais pessoal, se sentindo desapontado por ter sido considerado um tipo de marca, em que as bandas iam lá gravar o álbum, simplesmente por ser o "The Abyss" e ter isso como um diferencial para se gabar. Em 2004, é lançado o seu oitavo álbum "The Arrival". Abandonando os experimentos de seu antecessor, a banda retorna a algumas de suas características que tanto agradam aos fãs: Músicas cativantes, com andamentos cadenciados, riffs e melodias marcantes, e os vocais tradicionais de Peter. Para este álbum foi feito o clip para a faixa "Slave to the Parasites". As primeiras 1000 cópias do álbum vinham em um Box, que tinha como bônus um DVD com a apresentação da banda no festival Summer Breeze, em 2002, durante a turnê do álbum Catch 22. Vale observar que a qualidade de imagem e som, é muito melhor do que o vídeo oficial da banda o "Hypocrisy Destroys Wacken", inclusive com uma quantidade maior de câmeras. Mas 2004 marcou a primeira mudança de formação na banda e cerca de 10 anos. Após mais de 13 anos tocando como baterista, Lars Szoke deixa a banda, sem motivos oficiais declarados no "press release". Para o seu lugar, a banda chamou Horgh, mais conhecido por ter sido baterista da extinta banda norueguesa "Immortal", além de ter saído nas turnês do "Pain". Além de Horgh, o guitarrista de apoio deles para os shows ao vivo, Andreas Holma, é confirmado como membro permanente, sendo a partir de então o Hypocrisy oficialmente um quarteto. Muitas músicas diferentes foram acrescentadas ao set-list dessa turnê, como "God is a Lie", "Deathrow (No Regrets)", etc. Em 2005, Peter lança o terceiro álbum de seu projeto "Pain", "Dancing With the Dead",juntamente com dois singles, "Same Old Song" e "Bye/Dye". O título do álbum é uma referência a um episódio que precedeu as gravações do álbum. Um dia após longas horas no seu estúdio, Peter foi tomar uns drinks em um bar, mais precisamente dois copos de Rum e 2 Cocas-Colas. "De repente, comecei a ouvir um barulho, e caí no chão ... Alguns segundos depois, voltei ao normal e levantei... Mais alguns segundos e eu caí de novo, desta vez não tinha pulso... durou alguns instantes, até meus amigos conseguirem me reanimar. Não sei bem o que aconteceu, mas dizem que eu trabalhei sob muito estreses e por muito tempo,e quando finalmente comecei a relaxar, meu corpo entrou relaxou até demais, entrando em um tipo de colapso, choque" Perguntado se ele tinha medo de morrer, ele respondeu: "Não, obviamente eu não quero morrer, mas eu não tenho medo ... há até uma música chamada "I'm not afraid to die"... seria uma pena meu filho tão novo perder seu pai, mas se você deixa um acontecimento mudar você, irá afetar sua vida de outras maneiras" Mesmo assim, na noite seguinte Peter podia ser encontrado em outro bar da cidade. O ano de 2005 marcará para o Hypocrisy o lançamento do álbum "Virus", o primeiro a contar com a nova formação da banda.

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