5 jogos musicais para celulares e tablets

É muito difícil que você veja pessoas que não gostam de música ao redor do nosso planeta. E pensando nisso, é que temos ótimos desenvolvedores que programam e colocam no mercado ótimos games para quem gosta de música.

Fazendo uma breve pesquisa por aqui, nós recolhemos pelo menos 5 ótimos jogos musicais, tanto para celulares como também nos tablets.

1.Songpop

Esse jogo já se tornou um clássico, chegando ao mundo para desafiar todos os seus amigos em busca de um divertido conhecimento musical. Você terá sempre um tempo estimulado para responder os nomes de artistas e canções que serão perguntados.

Logo depois de você, será a vez de seu adversário que também terá as mesmas condições, acertando o nome de artistas e canções que lhe serão perguntadas. O Songpop encontra-se disponível tanto em IOS como Android também.

2.Dynamix

Este game japonês é uma espécie de Guitar Hero do Japão para quem gosta de jogos musicais. Porém tem uma pegada mais eletrônica, ao contrário do rock que está presente no seu game em que é comparado.

Você terá que se ambientar mais com as músicas que são populares no Japão. Para quem já viajou ou conhece o mundo oriental, é provável que tenha sucesso. E como em todos os jogos de lá, é preciso ter muita agilidade. Lembrando que o toque futurista também rende muitos elogios e fãs. O Dynamix encontra-se disponível no Android.

3.Rock Hero

Como o próprio nome já sugere, esse game é sim inspirado em Guitar Hero. É muito comum ver alguém o jogando nos dispositivos portáteis, sendo considerado um dos melhores games musicais de todos os tempos.

Será preciso que você teste constantemente as suas habilidades com a guitarra. O jogo oferece até três níveis, que garante um alto tempo de diversão e que você tenha tempo em se aperfeiçoar em todos os estilos. Isso é até visto como um diferencial, afinal são vários os jogos que ainda não permitem com que os gamers joguem várias vezes mesmo se acabarem falhando. O tempo aqui não é seu inimigo.

O Rock Hero está disponível para Android, além de que é possível baixa-lo em diversos países do mundo.

4.Music Quiz

Seguindo a mesma linha dos jogos anteriores, vamos aqui falar de um dos jogos que mais testará os seus conhecimentos musicais. Resumindo, o estilo de música lhe será apresentado e é preciso que você mostre o porquê você está preparado para adivinhar centenas de canções.

O Music Quis está disponível tanto para Android como no sistema IOS.

5.Rock Life

Para terminar, iremos falar de Rock Life. É um desafio musical um tanto diferente, em uma versão ainda mais hardcore de Guitar Hero. É possível com que você desafie jogadores online, onde ser o mais rápido na guitarra é muito importante.

Ao longo do jogo, você irá colecionando guitarras e isso irá permitir com que você enfrentar outros jogadores em tempo real. O Rock Life está disponível para Android e IOS.

Separamos um vídeos com mais algumas sugestões legais:

Comente aqui qual é o melhor desses jogos, além do que por que você recomendaria seus amigos para cada um desses games.

Você sabe o que é música popular?

Música, Popular

A definição de música popular gera polêmica e percorre várias perspectivas, entre elas, sua natureza estética, suas características econômicas e suas condições de produção e consumo.

Muitos autores definem música popular como qualquer canção com orientação comercial, principalmente aquelas que são destinadas à apreciação de grandes audiências nas sociedades nas quais predomina uma cultura urbana.

Esteticamente, a música popular é usualmente definida em oposição ao que se considera “música erudita”, nesse sentido, ela sempre tem uma estrutura musical mais simples, que seria uma característica comum a todas as suas manifestações, desde quando surgiu na Idade Média, com os menestréis e trovadores, até suas expressões contemporâneas, como o jazz, a música pop e a world music, entre outras.

A música popular tem sido, de forma geral, uma mistura de tradições, estilos e influências musicais que resulta em canções gravadas voltadas para o consumo em massa com compositores e intérpretes que se tornam conhecidos (características que a distinguem da produção musical folclórica, por exemplo).

Um dos marcos da música popular moderna foi o sucesso nos Estados Unidos da Tin Pan Alley, primeira indústria de canções populares que surgiu no final do século 19. Ao longo século 20, a popularização de avanços tecnológicos, do fonógrafo e do rádio à música digital, e o surgimento de novos gêneros que se tornaram extremamente populares, como o rock, reforçaram a necessidade da definição de música popular estar centrada na relação desse tipo de música com as pessoas comuns e com suas formas de comercialização

O que é sonata

Sonata é um tipo de composição musical feita para um ou mais instrumentos, geralmente com três ou quatro movimentos. O nome, de origem italiana, foi usado no começo para classificar as músicas que não tinham vocais e era aplicado a vários gêneros musicais com essa característica.

Em meados do século 17, dois tipos de sonatas se destacavam, as feitas para apresentação em igrejas e as sonatas de câmara, e tornou-se padrão a sua execução por um instrumentista solo ou por trios.

O compositor alemão Johann Sebastian Bach consagrou as sonatas tocadas em pianos ou órgãos em três movimentos, que permaneceram como referência durante o período de predomínio da música clássica. As sonatas tocadas em duetos, normalmente com piano e violino, também passaram a ser muito executadas e, junto com as sonatas para piano, ainda são as mais populares.

Os movimentos clássicos da sonata têm geralmente a forma rápido-lento-rápido e um minueto é frequentemente inserido antes do último movimento.

Tropicalismo: Como surgiu e que trouxe para a música brasileira

Quatro décadas depois de Oswald de Andrade propor um movimento antropofágico nas artes brasileiras, o antropofagismo finalmente chegou à canção popular com o Tropicalismo. Em um momento em que se valorizava a música engajada, popular e nacionalista, com a então recém-surgida MPB, o Tropicalismo ousou atualizar a música popular a partir de elementos do pop internacional, como as guitarras elétricas e linguagens caóticas e baseadas em colagens, e não se preocupar com um engajamento sociopolítico em suas letras.

Tendo entre seus expoentes Caetano Veloso, Tom Zé, os maestros Júlio Medaglia e Rogério Duprat, o grupo Os Mutantes e Gilberto Gil, o Tropicalismo (ou Tropicália) teve curta duração, mas, ainda assim, fez uma das mais marcantes transformações nas artes brasileiras.

Apesar de não se caracterizar como um movimento, o Tropicalismo abrangeu não só a música, mas também as artes plásticas, o cinema, o teatro, a poesia e o comportamento. Entretanto, é na canção que ele teve seu maior impacto, não só se consagrando como um dos gêneros mais originais da música popular brasileira como também estendendo sua influência estética por décadas.

tropicalistas
©1967 Hélio Oiticica Trio tropicalista: Caetano com Gilberto Gil e Gal Costa em 1967

Tropicalismo: sem lenço, nem documento

“Alegria, Alegria” foi apresentada por Caetano Veloso e a banda de rock argentina Beat Boys no 3.° Festival da Música Popular Brasileira da TV Record, em outubro de 1967. Com um arranjo musical que a fez uma marchinha pop e com uma letra aparentemente descompromissada, que trazia uma colagem de ações e de elementos do cotidiano típicos de um jovem da classe média, a canção mostrou para a audiência que havia algo radicalmente novo na música popular brasileira.

Acostumados ao explícito engajamento da MPB ou ao lirismo bem-comportado da bossa nova que predominavam nesses festivais, a plateia composta majoritariamente por universitários estranhou o que ouviu. O estranhamento, no entanto, não se limitou à canção de Caetano Veloso. A apresentação no mesmo festival de “Domingo no Parque”, com Gilberto Gil acompanhado pelo grupo de rock Os Mutantes, causou praticamente a mesma sensação e deixou evidente que uma nova vertente surgia na música popular .

Para indignação dos puristas defensores de uma canção “autêntica” brasileira e politizada, a nova estética musical proposta naquele momento por Caetano Veloso, Gilberto Gil e Os Mutantes resgatava a importância da Jovem Guarda, movimento combatido pelos emepebistas, e apontava que o futuro da canção popular residia na apropriação do pop internacional e na sua transformação a partir da fusão com elementos nacionais, nos mesmos moldes que escritores, artistas e compositores modernistas transformaram as artes brasileiras nos anos 1920.

A estética tropicalista combinou o antropofagismo, proposto por Oswald de Andrade, a poesia concreta dos anos 1950, as musicalidades da bossa nova e da Jovem Guarda e as ideias de uma nova geração de músicos, compositores, produtores e arranjadores interessados em radicalizar as questões artísticas que emergiram nos anos 60. O Tropicalismo propôs uma redescoberta do Brasil, mas dentro de uma linha evolutiva que defendia a internacionalização da arte nacional e uma identificação da canção popular com os anseios de uma sociedade urbana, às voltas com os produtos de consumo, a indústria de entretenimento e as transformações comportamentais que marcaram a década de 60.

Naquele festival da TV Record de 1967, “Alegria, Alegria” terminou em quarto lugar, enquanto “Domingo no Parque” ficou em segundo, atrás da emepebista “Ponteio”, de Edu Lobo e Capinam. No final daquele mesmo ano, Caetano Veloso compôs “Tropicália”, nome inspirado na obra de Hélio Oiticica, e que foi considerada uma espécie de canção-manifesto do novo gênero e do movimento que se formava. Leia a seguir como o Tropicalismo transformou-se na principal expressão da contracultura brasileira.

Artes tropicalistas

O Tropicalismo não existiu só na canção. Para muitos estudiosos uma série de produções em diferentes linguagens artísticas que aconteceram na segunda metade da década de 60 se desenvolveram em torno dos mesmos conceitos e ideais que fundaram a Tropicália na canção. Uma dessas produções foi nas artes plásticas com a obra de Hélio Oiticica que inspirou o nome do movimento. “Tropicália” foi exposta em 1967 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e foi descrita como uma obra labiríntica que,segundo o artista, criava um ambiente tropical, em sua mistura de Parangolés, poemas-objeto, aparelho de televisão, areia, araras e plantas. No cinema, a estética tropicalista emergia na radicalização das propostas do Cinema Novo com “Terra em Transe”, de Glauber Rocha, e, no teatro, nas montagens experimentais de “O Rei da Vela” e “Roda Viva”, do Grupo Oficina. Entre as características que uniam essas produções em diferentes linguagens estavam o experimentalismo, que caracterizou as vanguardas, e uma visão positiva e inovadora, sem perder o tom de crítica social, que encaminhou a arte para uma abertura cultural que superava o discurso nacional-popular característico da MPB.

Reprodução Capa de álbum de Caetano Veloso lançado em 196

Tropicalismo é contracultura

Apesar de “Tropicália” ser considerada uma canção-manifesto do gênero, o Tropicalismo só passou a ser chamado assim quando o crítico musical Nelson Motta publicou, em fevereiro de 1968, o artigo “A Cruzada Tropicalista”, no jornal Última Hora. Motta foi um dos primeiros a reconhecer que várias produções artísticas – no cinema com Glauber Rocha, no teatro com o grupo Oficina, nas artes plásticas com Hélio Oiticica – e aquela nova  música que surgia estavam de alguma forma articuladas em torno de propostas estéticas similares, o que caracterizava um movimento artístico amplo e que buscava uma ruptura com os padrões vigentes.

Na canção, o Tropicalismo fez a síntese da música e da poesia e, ao longo de 1968, aproximou-se definitivamente dos ideais da contracultura hippie. Suas canções abordaram questões como o sexo livre, o psicodelismo e ironizaram os valores e estilos de vida tradicionais. Além disso, outros aspectos da contracultura dos anos 60 faziam parte das apresentações musicais dos artistas tropicalistas. Suas performances teatrais e irreverentes, roupas inventivas e coloridas e os happenings festivos no palco se opunham ao minimalismo “banquinho e violão” da bossa nova e à sisudez e seriedade emepebista. Essas características só reforçavam a acusação de “alienação” que alguns críticos faziam ao movimento.

Um dos principais elementos para a inovação tropicalista na canção foi o trabalho dos maestros-arranjadores Julio Medaglia e Rogério Duprat. As experimentações de vanguarda que eles levaram para a canção popular  conquistaram os tropicalistas Gilberto Gil e Caetano Veloso. Foi Duprat quem apresentou a eles o grupo paulista Os Mutantes, que seria essencial na construção de uma sonoridade pop e internacional do Tropicalismo.

Em 1968, saíram os discos de Caetano Veloso e Gilberto Gil que são as primeiras obras da Tropicália, mas foi em agosto daquele ano que surgiu o que é considerado o disco mais emblemático do gênero: “Tropicália ou Panis et Circensis“. O álbum foi uma obra coletiva que misturava do baião ao rock em canções inéditas de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Torquato Neto, Capinam e Tom Zé, interpretadas por Gal Costa, Nara Leão e Os Mutantes, entre outros. A carnavalização, a crítica social e da cultura e a cafonice foram alguns dos elementos presentes nas canções para compor um retrato do Brasil, uma “geléia geral” que já se apresenta na imagem da capa do álbum e que continua nas canções de forma fragmentária a partir da visão irreverente dos tropicalistas.

A adoção do Ato Institucional n.° 5 (AI-5) pelo governo militar no país em dezembro de 1968 marcou o fim do Tropicalismo já que seus principais expoentes, Caetano Veloso e Gilberto Gil, partiriam para o exílio. Em 1973, Caetano lançou o disco “Araçá Azul”, uma obra experimental que aglutinou os principais elementos tropicalistas, mas, numa das fases mais repressivas da ditadura militar brasileira, ela teve pouco impacto. Mesmo durando pouco mais de um ano, o Tropicalismo causou um profundo impacto na canção popular no Brasil e abriu espaço para o surgimento de novas vertentes musicais nacionais que procuraram de forma inovadora atualizar a canção popular brasileira.

Influência do Tropicalismo

Apesar da sua vida curta (1967-1968), o Tropicalismo exerceu forte influência na canção popular brasileira por décadas. Nos anos 70 e 80, a herança tropicalista é perceptível nas obras de grupos como Secos & Molhados, Novos Baianos e A Cor do Som e em muitas canções de artistas como Jorge Ben e Alceu Valença. A proposta tropicalista de atualização da nossa canção popular ecoou também no movimento Mangue Beat, no começo da década de 90, e, nos anos 2000, alguns então artistas emergentes como Zeca Baleiro e Lenine foram classificados pela crítica como “neotropicalistas”.

Texto de Sílvio Anaz

As Top 10 Musicas dos Anos 60

musicas-dos-anos-60-top-10

Os anos 60 foram o marco para muitas tendências que vemos até hoje, como podemos ver nas roupas dos anos 60 que já vimos aqui anteriormente, mas boa parte da revolução que aconteceu na década se deve a musica, ao nascimento do Rock and Roll e dos ícones pop, como os Beatles que foram responsáveis pela Invasão britânica na musica.

Uma década é muito tempo para traçarmos a revolução na musica que ocorreu nos anos 60, pois a mudança foi tremenda, com o rock comportado dos Beatles com seus ternos bem cortados e cabelos assimétricos do inicio da década e a rebeldia do final da década como vista em Woodstock que consagrou Jimi Hendrix e começou o movimento Hippie.

Os Beatles foram responsáveis pela invasão britânica dos anos 60

A invasão Britânica nos Anos 60

The Rolling Stones emplacou vários sucessos entre as melhores musicas dos anos 60

Como dito os Beatles foram os responsáveis pela invasão britânica no mercado norte americano, com as portas abertas bandas como The Rolling Stones, The Who, The Kinks e The Shangri-las passaram a ter acesso mais fácil ao mercado americano.

No Brasil as bandas britânicas também tiveram grande destaque, e o Rock passou a ser conhecido aqui como iê-iê-iê, baseado no refrão da musica She Loves You dos Beatles, mas o país passava também a contar com suas próprias criações e foi uma década importante para a musica brasileira também.

O Brasil e as Musicas dos Anos 60

A musica Arrastão interpretada por Elis Regina nos anos 60 deu inicio a MPB

O Brasil teve sua própria musica com muito sucesso na década de 60, muitos nomes que vemos hoje em dia como ícones da musica começaram nesta época como é o caso de Milton Nascimento que iniciou sua carreira na década de 60 no conjunto Clube da Esquina.

Elis Regina também foi um nome importante do Brasil nas musicas dos anos 60, com parcerias com Vinicius de Morais e Edu Lobo, Elis interpretou Arrastão, um marco na musica brasileira e estopim para o nascimento do que hoje conhecemos como MPB.

A década também foi responsável por coroar grandes nomes da jovem guarda, que veio a se tornar um programa (Programa Jovem Guarda) que tinha como apresentadores nada menos que Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa.

Musicas dos Anos 60 – Top 10

O Rei do Rock Elvis Presley não pode ficar de fora de uma lista com as melhores musicas dos anos 60

Escolher 10 musicas dos anos 60 é uma tarefa muito complicada, afinal, nesta década também nasceu o grupo The Jackson 5, The Mamas & The Papas, Janis Joplin, The Doors e muitas outras, abaixo você confere uma seleção com 10 musicas que marcaram época na década.

  1. Hit The Road Jack – Ray Charles
  2. She Loves You – The Beatles
  3. Arrastão – Elis Regina
  4. A Banda – Chico Buarque
  5. Rock Around The Clock – Bill Haley
  6. Suspicious Mind – Elvis Presley
  7. Twist and Shout – The Beatles
  8. Satisfaction – The Rolling Stones
  9. Jailhouse Rock – Elvis Presley
  10. I Feel Good – James Brown

E você acha que alguma musica ficou de fora? Através dos comentários abaixo você pode participar e eleger quais suas musicas dos anos 60 prediletas.

Qual é a música mais triste de todos os tempos?

Qual é a música mais triste de todos os tempos

Antes de dar a minha resposta (trapaceei e listei não uma, mas cinco trilhas para cortar os pulsos), quero escrever um pouco a respeito de uma canção que caiu no folclore devido à sua letra, digamos, singela: “Coração de Luto“, de Victor Mateus Teixeira, popularmente conhecido como Teixeirinha. Não que a considere a mais triste de todos os tempos, mas a história de sua criação certamente é uma das mais trágicas.

teixeirinha Qual é a música mais triste de todos os tempos?

Teixeirinha, nascido no interior do Rio Grande do Sul em 3 de março de 1927, teve uma infância pobre, perdeu o pai, que trabalhava como carreteiro, aos 6 anos de idade e sofreria nova tragédia pessoal apenas três anos mais tarde.

Sua mãe possuía o costume de queimar o lixo da casa nos fundos do seu quintal. Entretanto, devido a uma crise epilética sofrida enquanto a fogueira ainda crepitava, dona Ledurina perdeu o controle das chamas.
E foi assim que, com apenas 9 anos, o menino Victor perdeu sua mãe vitimada por um incêndio.

Órfão, fez de tudo um pouco para sobreviver: trabalhou em granjas, vendeu doces e jornais, carregou malas em portas de pensões, dormiu noites e noites debaixo de viadutos nas ruas de Porto Alegre.

Nosso herói, após assimilar tantos socos dados pela vida, aprendeu a tocar violão sozinho e foi tentar a carreira artística. Apresentou-se em circos, churrascarias, emissoras de rádio no interior dos pampas. Em 1959, finalmente gravou seu primeiro disco, mas o sucesso só viria a partir do quarto álbum. “Coração de Luto“, composição inspirada na morte de dona Ledurina, era apenas uma das faixas do lado B.

Porém, na base do boca-a-boca, começou a ser veiculada por rádios do interior de SP, e de lá acabou por contagiar todo o Brasil, tornando-se o maior sucesso do ano de 1961 com a impressionante cifra de mais de 1 milhão de discos vendidos.

Não parou por aí: “Coração de Luto” foi regravada em 21 idiomas, e seu sucesso gerou até um filme homônimo, o primeiro de uma série de longas-metragens que Teixeirinha viria a produzir inspirado pelas histórias de suas canções (repetindo os passos de outro astro da canção popular brasileira, Vicente Celestino).

Quem já ouviu a canção não esquece da trágica e sentimental narrativa de sua letra, a começar pelos versos iniciais:

O maior golpe do mundo
Que eu tive na minha vida
Foi quando com nove anos
Perdi minha mãe querida
Morreu queimada no fogo
Morte triste dolorida
Que fez a minha mãezinha
Dar o adeus da despedida

Brasileiro é um povo emotivo, mas também é deveras sacana. E não tardou muito para que o sucesso de Teixeirinha ganhasse a infame alcunha de “Churrasquinho de Mãe“.

Reza a lenda, aliás, que certa apresentadora de TV, ao entrevistar o músico gaúcho, mal-assessorada por sua produção cometeu a infeliz pergunta:

“Que história é essa de churrasquinho?“

Acometido por um violento ataque de choro, Teixeirinha mal conseguiu balbuciar a explicação para a piada de duvidoso gosto, enquanto a tal entrevistadora encolhia-se em sua poltrona. Desconheço a veracidade dessa gafe, assim como os rumores de que a versão em inglês desta canção é conhecida como “Barbecue of Mother” (ah, a humanidade).

Teixeirinha morreu em 4 de dezembro de 1985, deixando nove filhos e mais de 700 músicas gravadas.

Antes que eu me esqueça, eis a minha lista de Cinco Músicas para Embalar Tardes Depressivas. Ah sim: não se esqueça de aproveitar o espaço dos comentários para deixar a sua opinião sobre qual seria a canção mais triste de todos os tempos.

I’m A Fool To Want You (Billie Holiday)
True Love Waits (Radiohead)
Vento no Litoral (Legião Urbana)
Way to Blue (Nick Drake)
Little Girl Blue (Janis Joplin)

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Santo Tomás de Aquino refutado os hereges

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Uma suposta refutação para as cinco vias de Santo Tomás de Aquino.
.
O autor considera o seguinte (ver item 3.3, do link):.a)
o argumento (do Ser necessário, de Santo Tomás) não considera a
possibilidade lógica de as coisas terem existido sempre, apenas se
transformando;
.
b) o argumento comete a falácia de composição, a qual consiste em atribuir que as partes é igual ao todo — o enunciado “para cada coisa houve um tempo em que não existiu” constitui uma referência e, o enunciado “houve um momento em que nada existia” pertence a uma outra referência; são referências de natureza diferentes e sem relação entre si.

Infelizmente o autor não discorre muito (por que será?). Não diz, por exemplo, porque que “são de naturezas diferentes e sem relação entre si”, apenas faz a afirmação.
Muito simples refutar:

.
1) Não existe efeito sem causa;
.
2)
Não existe infinito numérico. O infinito numérico ou infinito em
potência, ou infinito potencial, é um ser de razão. Não existe como ser
real.
.
Quando dizemos que não há efeito sem causa, chega até a ser meio redundante, se levarmos em conta que ao chamarmos algo de “efeito”,
já implicitamente deduzimos que se originou de algo, que teve um
agente causador. A questão discutida é se todas as coisas existentes
podem ser classificadas como “efeitos”.
.
A diferença está dada quando ele diz que se compara a parte ao todo: a afirmativa “para cada coisa existe um momento no tempo em que não existiu” refere-se a uma parte, a um corpo isolado, individual. Usar esta assertiva substituindo-se o “coisa” pelo “todo” leva
à conclusão de que então, se o todo hoje existe, algum dia o todo não
existiu. Para o autor, há um abuso lógico aqui, uma falácia.
.
Não existe falácia, pois em nenhum momento estamos tratando do “todo”, mas de cada coisa.
.
Estamos
falando do ser em geral, mas do ser que se manifesta em cada coisa. O
universo é apenas um conjunto de substâncias que se reúnem
acidentalmente. Por isso, não faz sentido se falar em “Causa do
universo” ou “Causa do todo”, pois não existe o Universo como uma
unidade essencial. Provando assim que, cada coisa não existe por si
mesma, há que se supor uma Causa que exista por si mesma, para cada uma
delas.
.
A
razão nos indica que essa Causa tem que ser a mesma para todas, pois,
se não fosse única a Causa de todas, teria ela o mesmo defeito de
todas, pois só o ato puro, em que não há absolutamente nenhuma
potência, em que a essência é idêntica à existência, pode sustentar toda
sorte de causas. Se não fosse único, lhe faltaria algo, teria
potência, sua essência não seria idêntica à sua existência, logo, não
poderia ser a primeira de nenhuma série de causas.
.
O que o infinito numérico tem a ver com isso, se é uma idéia abstrata?
.
Quando
dizemos que não há efeito sem causa, isso é só uma maneira mais
grosseira de enunciar esse axioma. Em se tratando de filosofia, às
vezes, as sutilezas podem prejudicar a compreensão. Por exemplo, se nós
falassemos aqui que a potência não passa ao ato sem que haja uma causa
eficiente, ou que nada pode ser causa eficiente de si mesmo, talvez
isso soasse estranho a algumas pessoas menos familiarizadas com esses
termos.
.
A respeito do infinito numérico, ela é uma refutação ao Marcus Valério XR, famoso pelo seu site “Filosofia Exeriana”:
.
Eles
não abordaram o que para mim é a maior falha do argumento, o que
afirma que uma sucessão infinita de coisas movidas por outra é
impossível. Por que essa sucessão infinita e impossível?

.
Uma
vez, eu usei esse argumento contra um ateu: Disse a ele que o infinito
numérico não existia na realidade, e que eu era completamente cético
quando a existência de uma quantidade infinita de seres contáveis no
mundo real. Ele até hoje não me provou a existência real do tal
infinito numérico.

.

Pode-se
supor o infinito de duas maneiras: o infinito em ato e o infinito em
potência. O infinito em potência é um ente de razão; na realidade, nunca
passaria ao ato, pois sempre haveria de se acrescentar mais um número.
Não tem como ter existência real, pois a realidade existe,
independente da nossa percepção, se contarmos os elementos ou não. Por
isso, esse infinito se diz “em potência”.
.
Santo
Tomás mostra que a possibilidade lógica das coisas terem existido
sempre não repugna à razão, já que também não repugna à existência de um
Ser necessário. Pela razão, o mundo poderia ter existido sempre,
embora, pela fé, afirmemos que, de fato, não o foi; não que não o
poderia.
.
E
por que não repugna à existência de Deus o mundo ter existido sempre,
uma vez que é completamente contrário à razão que uma determinada série
causal regrida ao infinito? Porque cada causa é indispensável à
existência de suas sucessivas, mas, quando não há essa relação de subordinação entre uma causa e outra, não repugna à razão que Deus a tenha feito existir desde sempre:
.
Primeiramente
assim: nenhuma causa que produz seu efeito de modo instantâneo precede
necessariamente a seu efeito em duração. Deus porém é causa que produz
seu efeito não por moção, mas instantaneamente. Não é necessário,
pois, que preceda em termos de duração a seu efeito.

.
(…)
Logo, com muito mais razão Deus, que produz toda a substância da
coisa, pode fazer que seu efeito seja em cada momento em que Ele seja.

.
Mas,
por que Santo Tomás, sabedor, pela fé, de que o mundo não existiu
sempre, se propõe a provar que este poderia ter existido sempre, caso
Deus o quisesse? Pois ele entendia que defender a fé com argumentos
fracos era torná-la ridícula aos olhos dos incrédulos:

Es útil que se tenga esto presente a fin de que, presumiendo de poder demostrar las cosas que son de fe, alguien presente argumentos no necesarios y que provoquen risa en los no creyentes, pues podrían pensar que son razones por las que nosotros aceptamos las cosas que son de fe. (S. Th., Ia, q.42, a.2, C)
.
É
como imaginar algo que não tem forma, pois algo disforme ainda assim é
forma e não informe. A matéria, para o tomismo, é a pura potência. A
quintessência seria o elemento constituinte dos astros, no mundo
supralunar. Atualmente, é teoria abandonada pela astronomia, bem como a
teoria dos quatro elementos (água, terra, fogo e ar).
.
O
argumento ontológico – Santo Anselmo – é um sofisma: Deus é um ser
infinitamente perfeito. A existência é uma perfeição. Então, a
existência tem que fazer parte da essência divina. Logo, Deus existe.
.
Santo
Tomás encontra nesse argumento dois defeitos. O primeiro, secundário, é
o de nada valer contra quem não entenda, pela palavra Deus, um ser
infinitamente perfeito. O segundo é essencial; o de haver nele uma
passagem ilegítima da ordem lógica para a ordem real. Quando pensamos
num ser perfeitíssimo, temos de fato de o pensar existente, pois, se não
existisse, lhe faltaria essa perfeição. Mas disto só podemos concluir
que um ser perfeito não pode existir em potência. Não podemos concluir
que realmente exista, fora do nosso pensamento.
.
A
contrapartida tomista para o argumento ontológico – essa sim
estruturada a partir das criaturas e não da essência divina, que não
conhecemos – é a prova da contingência (terceira via).
.
Uma  palavra do filósofo Rui Ribeiro Machado sobre a questão:
.

As
cinco vias são provas incluídas dentro de todo um edifício filosófico
que garante a sua veracidade. Infelizmente, procura-se refutar o
núcleo, esquecendo-se de todo o edifício que já foi construído e que o
sustenta. A idéia do círculo vicioso é reclamada pelos ateus que dizem
que o axioma “tudo o que existe tem uma causa” não
se aplica a Deus, logo Deus deveria ter uma causa. Todavia, eles não
partem da análise mais minuciosa do ser, que distingue entre ato e
potência, e assim não percebem que Deus é o ato puro, o ser puro, e o
ser não precisa de causa. Quem precisa de causa é a mudança. 

.
Por
exemplo, na questão da natureza autônoma, simplesmente é irracional
pensar que a natureza se organize por acaso; o autor parece ter uma
idéia errônea acerca do acaso. Acaso não é nada mais do que um encontro
de duas causas. Num encontro de causas, tudo quanto, no efeito, há de
positivo, de real, de ser, é devido à ação das causas que para ele
concorreram, e não do acaso.
” MACHADO, Rui Ribeiro. Extraído do grupo de discussões do Google+ Apologética Católica
.
Aristóteles
e os escolásticos ensinaram que o conhecimento abstrato e universal
deve ser imaterial, e acho que nesse ponto há um ótimo argumento. Mas
antes deve-se demonstrar que os conceitos não são inteiramente
produzidos pelos sentidos e pela imaginação (processo de formação de
imagens).
.
É
raro encontrarmos aqueles ateus que tem a mente e o coração abertos,
dispostos a ser convencidos pela verdade. Mas mesmo na internet é
possível encontrá-los, e essa é a primeira característica que precismos
identificá-los: se eles estão dispostos a aceitarem a verdade, ainda
que preferissem que ela fosse outra.
.
Ao
falar com ateus, lembre-mos de ser manso e mostrar sincera disposição
para ajudá-los. Sabemos que às vezes é muito difícil manter a calma
diante da arrogância e desonestidade de alguns ateus, mas tenha fé que
ao menos uma pessoa terá bom senso. Apesar de muitos ateus definirem-se
como “racionais”, apenas alguns são realmente sensatos, e são esses que conseguirão te ouvir.
.
Se
encarar um debate voltado para a ciência, lembre-mos que a ciência
moderna nasceu na Igreja, que não há conflito entre ciência e fé, e que
teorias como o Big-Bang e Evolução não são incompatíveis com o relato
bíblico da criação.
.
Rezem
por todos, mas mantenha o foco naqueles que buscam a verdade e tem
honestidade para reconhecê-la quando apresentada. Assim, com mais
ajuda, vocês poderão, com a ajuda de Deus, tocar mais corações.
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Referências:
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JOLIVET, Regis. Tratado de Filosofia: Moral. Rio de Janeiro: Agir, 1966.
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SIMON, René. Moral: Curso de Filosofia Tomista. Barcelona: Herder, 1968.
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“Curso de Filosofia” do Decano da Faculdade de Lyon, autor Regis Jolivet.
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Padre Leonel Franca: “O Problema de Deus”.
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Maritain “Caminhos para Deus”
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Síntese Tomista, do Padre Dezza

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Padre Pio de Pietrelcina (Filme dublado)

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Padre Pio

Informações do filme:

Padre Pio é uma emocionante minisérie sobre a vida e obras do padre Francesco Forgione (1887 -1962), que, na vida religiosa, assumiu o nome de Pio de Pietrelcina e foi canonizado pelo papa João Paulo II, em 2002.

O filme acompanha a trajetória de fé dessa grande personalidade da Igreja Católica no século XX. Mostra sua trajetória na identificação com a pessoa de Jesus Cristo, as visões, os estigmas, sua dedicação aos necessitados, os inúmeros milagres e a fundação da Casa do Alívio do Sofrimento, o maior hospital do sul da Itália.

Filmado nos lugares em que o Padre Pio viveu, essa superprodução é uma obra edificante que não pode faltar na coleção das famílias cristãs.

Biografia de Padre Pio
Padre Pio nasceu em 25 de maio de 1887 na localidade de Pietrelcina, muito próxima à cidade de Benevento. Foi um dos sete filhos de Grazio Forgione e Maria Giuseppa De Nunzio.

Segunda parte

Ainda criança era muito assíduo com as coisas de Deus, tendo uma inigualável admiração por Nossa Senhora e o seu Filho Jesus, que os via constantemente devido a tanta familiaridade. Ainda pequeno havia se tornado amigo do seu anjo da Guarda, a quem recorria muitas vezes para auxiliá-lo no seu trajeto nos caminhos do Evangelho. Conta a história que ele recomendava muitas vezes as pessoas a recorrerem ao seu anjo da guarda, estreitando assim a intimidade dos fiés para com aquele que viria a ser o primeiro sacerdote da história da igreja a receber os estigmas do Cristo do Calvário.
Com quinze anos de idade entrou no noviciado em Morcone adotando o nome de “frei Pio”; concluído o ano de noviciado, formulou os votos simples em 1904; em 1907 formulou a profissão dos votos solenes. Frequentou estudos clássicos e filosofia. Foi ordenado padre em 10 de agosto de 1910 no Duomo de Benevento.
Aos casos mais urgentes e complicados o frade de Pitrelcina dizia: “Estes só Nossa Senhora”, tamanha era a sua confiança na sua maezinha do céu a quem ele tanto amava e queria obter suas virtudes.
Percebendo que a sua missão era de acolher em si o sofrimento do povo, recebe como confirmação do Cristo os sinais da Paixão em seu próprio corpo. Estava aí marcado em si mesmo a sua missão. Deus o queria para aliviar o sofrimento do seu povo. Entregando-se inteiramente ao Ministério da Confissão, buscava por este sacramento aliviar os sofrimentos atrozes do coração de seus fiés e libertá-los das garras do Demônio que era conhecido por ele como “barba azul”. Torturado, tentado e testado muitas vezes por este, sabia muito da sua astúcia no seu afã em desviar os filhos de Deus do caminho da fé.
Percebendo que não somente deveria aliviar o sofrimento espiritual, recebeu de Deus a inspiração de Construir um grande hospital, o tão conhecido “Casa Alívio do Sofrimento”, que viria a ser o referência em toda a Europa. Mesmo com o seu ministério sacerdotal vitimado por calúnias injustificáveis, não se arrefeceu o coração para com a Igreja por quem tinha grande apreço e admiração. Sabia muito bem distinguir de onde provinham as calúnias, sendo estas vindas por parte de alguns da Igreja, e não da Igreja mãe e mestra a quem ele tanto amava.
A pedido do Santo Padre, devido aos horrores provocados pela Segunda Guerra Mundial, cria os grupos de Oração, verdadeiras células catalizadoras do amor e da paz de Deus para serem dispenseiros de tais virtudes no mundo que sofria e angustiáva-se no vale tenebroso de lágrimas e sofrimentos.
Na ocasião do aniversário de 50 anos dos grupos de oração celebra-se uma Missa nesta intenção. Seria esta Missa o caminho do seu Calvário definitivo, onde entregaria a alma e o corpo ao seu grande apaixonado; a última vez que os seus filhos espirituais veriam o padre a quem tanto amavam. Era madrugada do dia 23 de setembro de 1968, no seu quarto conventual com o terço entre os dedos repetindo o nome de Jesus e Maria, descansa em paz aquele que tinha abraçado a cruz do Cristo, fazendo desta a ponte de ligação entre a terra e o céu. Morte suave de quem havia completado a missão, de quem agora retornaria ao seio do Pai em quem tanto confiou. Hoje são muitas as pessoas que se juntaram a fileira dos seus devotos e filhos espirituais em vários grupos de oração que se espalharam pelo mundo. É o próprio padre Pio que diz: “Ficarei na porta do Paraíso até o último dos meus filhos entrar”