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O Ritual

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Michael Kovak (Colin O’Donoghue) é um seminarista cético e decidido a abandonar seu caminho na Igreja Católica, mas seu superior o orienta a passar um período no Vaticano para estudar rituais de exorcismo. Uma vez lá, suas dúvidas e questionamentos só aumentam na medida em que seu contato com o Padre Lucas (Anthony Hopkins), um famoso jesuíta exorcista, o apresenta o lado mais obscuro da igreja. É quando ele conhece a jornalista Angeline (Alice Braga), que investiga as atividades do religioso, e as suas reflexões sobre a crença no diabo e em Deus não param de crescer.

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Livros sobre a História da Igreja

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A Igreja, que é “a coluna e sustentáculo da verdade”

(1Tm 3,15), guarda fielmente a fé uma vez por todas
confiada aos santos (Cf. Jd 1,3). É ela que conserva a
memória das Palavras de Cristo, é ela que transmite
de geração em geração a confissão de fé dos
apóstolos. Como uma mãe que ensina seus filhos a
falar e, com isso, a compreender e a comunicar, a
Igreja, nossa Mãe, nos ensina a linguagem da fé para
introduzir-nos na compreensão e na vida da fé.
Lente Geral da História Eclesiástica
Frei Dagoberto Romag O.F.M.
Livros de 1941 – 1950
História da Igreja – Vol. I
A Antiguidade Cristã

História da Igreja – Vol. II
A Idade Média

História da Igreja – Vol. III
A Idade Moderna

Livro Padre Júlio Maria de Lombaerde – O Anjo das Trevas

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Lampejos de Doutrina, de Ciência e de Bom Senso
Padre Júlio Maria de Lombaerde
Missionário de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento
Livro de 1950 – 288 págs.

Parece que o fim dos tempos está se aproximando e que o demônio tem pressa em aproveitar o tempo para perder a humanidade.

Ou não percebe também o leitor aquele furacão de revolta, de sensualidade, de ódio, de desatinos que vai pelo mundo.

É o anjo das trevas que se agita e se desdobra em atividade febril para fomentar o mal e levar a perdição por toda a parte.

Não aparece pessoalmente (a não ser em casos raros), mas tem os seus representantes conscientes e inconscientes.

São autênticos agentes do anjo das trevas;

O espiritismo, que é um produtor de loucura;
O protestantismo, dito de ódio;
A maçonaria, de revolta;
O divorcismo, de discórdia;
O sensualismo, de libertinagem;
O comunismo, de escravidão.

Eis a sêxtupla praga com que o anjo das trevas ataca hoje o eterno rochedo da Igreja, procurando derrubar suas instituições e abalar os seus princípios.

Refutar os erros dessas seitas, demonstrar as falsidades de suas doutrinas, orientar as pessoas sensatas contra tais teorias a que muitas vezes dão o aparato de ciência — eis o objetivo desta obra.
Não são lampejos, mas um farol de luz orientadora.

E tudo escrito em estilo fácil, compreensível ao povo, com amenidade e vivacidade, entremeada de casos concretos e seus comentários.

É destes livros que precisa o nosso povo. Dirige-se a todos que, leais e sinceros, querem conhecer a verdade que ilumina a inteligência, estimula a vontade, orienta o coração, forma o caráter.

Não é uma frase única: é uma serie de teses de palpitante atualidade e tomadas no flagrante da vida.
É o clarão da vida, no meio de múltiplos erros que o anjo das trevas vai semeando.

Leiam-no todos. É, além disso, ótimo repositório para o preparo de discursos e conferências de atualidade em associações e círculos de estudo.

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O livro “O Anjo das Trevas” do Padre Júlio Maria de Lombaerde, aponta a estrutura das relações com o projeto de instauração de uma única cristandade e como estrutura básica e sólida o Concílio de Trento. Quem se afasta desta doutrina se afasta da verdade revelada perde a vida da graça.

Está obra está cheia da Doutrina, Ciência e Bom Senso Contra os Erros Modernos, conclamam os fiéis católicos a lutar contra os “inimigos” da Santa Igreja, em cujas fileiras estavam o protestantismo agora que se ajuntam a esses erros os modernistas.

Índice do livro:

Introdução

Capítulo I – O que é um protestante
Capítulo II – Porque os protestantes protestam
Capítulo III – Contra o que os protestantes protestam
Capítulo IV – Como os protestantes protestam
Capítulo V – As contradições dos protestantes protestando
Capítulo VI – Os protestos dos protestantes
Capítulo VII – Devemos orar à Virgem Maria
Capítulo VIII – A Imaculada Conceição
Capítulo IX – Os supostos irmãos de Jesus
Capítulo X – São Pedro era celibatário
Capítulo XI – Porque o padre não se casa
Capítulo XII – São Pedro em Roma
Capítulo XIII – O Papa, sucessor de São Pedro
Capítulo XIV – A Confissão
Capítulo XV – A Eucaristia
Capítulo XVI – Os Sete sacramentos
Capítulo XVII – O culto das imagens
Capítulo XVIII – O Purgatório, o limbo, o culto dos mortos
Capítulo XIX – O único Mediador
Capítulo XX – Jejum e abstinência
Capítulo XXI – O Batismo
Capítulo XXII – Mudança de religião
Conclusão geral

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Livro: O Inferno – Monsenhor de Ségur (PDF)

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Neste vídeo logo abaixo o Padre Paulo Ricardo recomenda a compra do livro “O Inferno”. Assista:

 Autor: Monsenhor de Ségur

Descrição: “Deus quer que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento pleno da verdade.” (1 TM 2,3)

Louis Gaston de Ségur nasceu em Paris a 15 de abril de 1820. Descendente de uma família nobre, era filho do marquês Eugène de Ségur e da célebre condessa de Ségur, conhecida escritora de livros infantis.

Zeloso nos estudos, logo que se formou em Direito foi enviado como adido à Embaixada Francesa em Roma, junto a Santa Sé (1842-1843). Perto dos Apóstolos Pedro e Paulo, sentiu o chamado para o sacerdócio, e, ao retornas a Paris, ingressou no Seminário de Santo Súplico, sendo ordenado sacerdote em dezembro de 1847.

Dedicou-se a evangelização de crianças, pobres e soldados prisioneiros de guerra. Mas devido a um problema na visão que o levaria à cegueira, passou a ditar livros explicando – e defendendo com fervor – a doutrina católica em linguagem popular. Até o momento de sua morte, em 1881, seus livros somavam 700 mil cópias vendidas na França e na Bélgica, sem contar as edições em italiano, espanhol, alemão, inglês e até mesmo na língua hindu. O Inferno foi publicado em 1876, e a idéia inicial, segundo o autor, partiu do que dizia o Papa Pio IX: “nada é mais capaz de fazer os pobres pecadores refletirem e, conseqüentemente, fazê-los retornar a Deus, do que as verdades do inferno”. Para Ségur, “o grande missionário do céu é o inferno”, pois no momento em que alguém se dá conta de que se trata de algo real, não apenas um símbolo, passa a compreender perfeitamente que, como diz o salmista, “a sabedoria começa com o temor a Deus” (Sl 111,10).

Enfim, o inferno realmente existe! Essa é a crença de todos os povos de todos os tempos.
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É preciso, pois, meditar no inferno enquanto é tempo!

 Se Existe
O que é
Como poderemos evitá-lo
Monsenhor de Ségur
Livro de 1905 – 147 págs

 INDÍCE

Prólogo


Se Existe Inferno

Há inferno: tem sido esta a crença de todos os povos em todos os tempos
Há inferno: o inferno não foi nem podia ser inventado 
Há inferno: Deus revelou-nos a existência dele
Se é certo que existe inferno, como é que nunca ninguém voltou de lá
O dr Raymundo Diocres
O religioso de S. Antonino
A meretriz de Nápoles
O amigo do conde Orloff
A senhora do bracelete de ouro
A prostituta de Roma
Porque é que tanta gente se esforça em negar a existência do inferno
Embora os mortos ressuscitassem muitas vezes, o ímpio não acreditaria no inferno
O que é o Inferno
Das ideias falsas e supersticiosas acerca do inferno
O inferno consiste, em segundo lugar, na grande pena de condenação
O inferno consiste em segundo lugar, na pena horrível do fogo
O fogo do inferno é sobrenatural e incompreensível
O P. Bussy e o mancebo libertino
Os três filhos de um velho usurário
Meus filhos, evitai o inferno!
O fogo do inferno é um fogo corporal
O fogo do inferno, ainda que é corporal, atormenta as almas
O capitão ajudante-mór de Saint-Cyr
A mão queimada de Foligno
O fogo do inferno é tenebroso (visão de Santa Tereza)
De outras penas muito grandes, que acompanham o sombrio fogo do inferno
Da Eternidade das Penas do Inferno
A eternidade das penas do inferno é uma verdade de fé revelada
O inferno é necessariamente eterno, atenta a natureza da eternidade
Segunda razão da eternidade das penas: a falta de graça
Terceira razão da eternidade das penas: a perversidade da vontade dos condenados
Se é verdade que Deus é injusto punindo com penas eternas, faltas de um momento
Se sucede o mesmo com os pecados de fragilidade
Quais são os que trilham o caminho do inferno
Se podemos estar certos de que se condenou alguém que vimos morrer mal
Conclusões práticas
Sair imediatamente e a todo o custo, do estado de pecado mortal      
Evitar cuidadosamente as ocasiões perigosas e as ilusões
Assegurar a sua salvação eterna com uma vida seriamente cristã

~ * ~

BREVE
DIRIGIDO POR
Sua Santidade o Papa Pio IX ao Autor
__________
PIO IX, PAPA

Amado Filho, Saúde e Benção Apostólica.
Nós vos felicitamos de todo o coração por não deixardes de seguir fielmente e com tanto proveito a vossa vocação de arauto do Evangelho. As vossas publicações são bem depressa espalhadas entre o povo por meio de milhares de exemplares.
Se os vossos escritos são tão procurados, é porque agradam; e se não tivessem o dom de atrair os espíritos, de penetrar até ao íntimo dos corações e de produzir neles os seus bené­ficos efeitos, não poderiam agradar.
Aproveitai, pois, a graça que Deus vos con­cedeu, continuai a trabalhar com ardor e a cum­prir vosso ministério de evangelização.
Quanto a Nós, vos prometemos fia parte de Deus uma grandiosa proteção para poderdes tra­zer ao caminho da salvação um número de almas cada vez mais considerável, e granjeardes deste modo uma magnífica coroa de glória.
Nesta expectativa, recebei, como penhor da proteção divina e dos outros dons do Senhor, a Benção Apostólica, que vos concedemos, muito amado Filho, com todo o afeto do Nosso cora­ção, para vos testemunhar a Nossa paternal benevolência.
Dado em Roma, junto de S. Pedro, aos 2 de Março de 1876, trigésimo ano do Nosso Ponti­ficado.


Pio IX, Papa

~ * ~

PRÓLOGO

Era em 1837. Dois alferes, ainda moços, que, há pouco, tinham saído de Saint-Cyr, visitavam os monumentos e raridades de Pa­ris. Entraram na igreja da Assunção, junto das Tulherias, e estacaram a observar os qua­dros, as pinturas e todas as obras artísticas daquele belo edifício. Nem sequer pensa­vam em orar.
Um deles viu ao pé de um confessionário um padre, ainda novo, com sobrepeliz, que adorava o SS. Sacramento.
— Olha para este padre, disse ao seu camarada; sem dúvida es­pera por alguém.
— Talvez por ti, respondeu o outro rindo-se.
— Por mim? Para que?
— Quem sabe? Talvez para te confessar.
— Para me confessar?! Pois bem, apostas que sou ca­paz de lá ir?
— Tu, ires confessar-te?! Ora! E pôs-se a rir, sacudindo os ombros.
— Apos­tas? repetiu o novo oficial, com um modo zombeteiro e decidido. Apostemos um bom jantar, acompanhado de uma garrafa de vinho de Champagne.
— Aceito a aposta do jantar e do vinho. Desafio-te a ires confessar-te.
Dito isto, o outro dirigiu-se ao padre e falou-lhe ao ouvido; este levantou-se, entrou no confessionário, enquanto o fingido penitente lançava para o seu camarada um olhar de vencedor, e ajoelhava como para confessar-se.
«Tem graça!», murmurou o outro; e assentou-se, para ver em que viria aquilo a parar. Esperou cinco minutos, dez minutos, um quarto de hora. «O que é que ele faz?, perguntava a si mesmo, com uma curiosidade quase impaciente. O que poderá ele ter dito todo este tempo?»
Enfim, o confessionário abriu-se, o padre saiu com o semblante animado e grave, e, depois de ter sondado o jovem militar, entrou na sacristia. O oficial levantou-se também, vermelho como a crista de um galo, puxando pelo bigode com ar um pouco dissimulado, e deu sinal ao seu amigo que o seguisse, afim de saírem da igreja.
«Que é isso?, disse este. O que foi que te aconteceu? Sabes que te demoraste quase vinte minutos com o padre? Palavra de honra, julguei por um momento que ias confessar-te deveras. Com efeito, ganhaste bem o teu jantar. Queres que seja esta tarde?
—Não, respondeu o outro com mau humor; hoje não. Qualquer dia nos veremos. Tenho que fazer e preciso de me retirar de ti.»
Apertando a mão de seu companheiro, afas­tou-se precipitadamente, de má catadura.
O que se teria passado, entre o alferes e o confessor? Ei-lo: Apenas o padre abriu a portinha do confessionário, conheceu, pelas maneiras do jovem oficial, que este ia ali, não para confessar-se, mas para fazer zombaria. Tinha ele ousado dizer-lhe, concluin­do não sei que frase: «A religião! con­fissão! Eu zombo de tudo isso!»
O padre era homem atilado. «Perdão, meu caro senhor, disse interrompendo-o com brandura; vejo que o que fazeis não é a sério. Deixemos de parte a confissão e con­versemos alguns instantes. Gosto muito dos militares, e, segundo me parece, vós sois um jovem bom e amável. Dizei-me: qual é a vossa graduação?» O oficial começava a conhecer que tinha cometido uma sandice. Contente por achar um meio de sair deste estado, respondeu cortesmente:
«— Sou apenas alferes. Saí ainda há pouco de Saint-Cyr.
— Alferes? E ficareis muito tempo alferes?
—Eu sei lá. Dois anos, ou três anos, quatro anos talvez.
—E depois?
—Depois passarei a tenente.
— E depois?
— Depois serei capitão.
—Capitão? em que idade se pode ser capitão?
— Se tiver fortuna, respondeu o oficial sorrindo, posso ser capitão aos vinte e oito ou vinte e nove anos.
— E depois?
— Oh! depois é difícil. Fica-se muito tempo capitão. Depois passa-se a major, em seguida a tenente-coronel, e depois a coronel.
— Muito bem! Aí estais vós coronel aos quarenta ou quarenta e dois anos de idade. E depois?
— Depois serei general de brigada e depois general de divisão.
— E depois?
— Depois não resta senão o grau de marechal; mas as minhas aspirações não chegam a tanto.
— Embora; mas não chegareis a casar-vos?
— Talvez chegue, talvez; mas será só quando for oficial superior.
— Pois bem! Então sereis casado, oficial superior, general de brigada, general de divisão o talvez até marechal de França, quem sabe? E depois, senhor?, acrescentou o padre com autoridade.
— Depois? depois? replicou o oficial, quase confuso. Oh! crede; não sei o que sucederá depois.
— Vede como isto é singular, disse então o sacerdote com um acento cada vez mais grave. Sabeis o que se passará até então e não sabeis o que depois sucederá. Pois bem, eu o sei e vou dizê-lo. Depois, senhor, morrereis. Apenas morrerdes, aparecereis diante de Deus para serdes julgado. Se continuardes a viver como até agora, sereis condenado e ireis arder eternamente no inferno. Eis-aqui o que depois sucederá!»
O mancebo, aterrado e enfastiado deste remate, parecia querer esquivar-se. «Um instante mais, senhor, continuou o padre. Tenho ainda algumas palavras a dizer-vos. Sois honrado, não é verdade? Pois bem, eu também o sou. Viestes aqui zombar de mim; deveis por isso dar-me uma reparação. Peço-a, exijo-a em nome da honra. Será além disso muito simples. Haveis de me afiançar que, por espaço de oito dias, de noite, antes de vos deitardes, posto de joelhos, direis em voz alta: «Um dia hei de morrer, mas rio-me disso. Depois da minha morte serei julgado, mas rio-me disso. Depois do meu julgamento serei condenado, mas rio-mo disso. Ireis arder eternamente no inferno, mas rio-me disso.» Direis isto; mas dais-me a vossa palavra de honra de que não haveis de faltar, não é verdade?»
O alferes, cada vez mais enfadado, querendo a todo o custo sair daquele embaraço, prometeu tudo e em seguida o bom padre despediu-o com bondade, acrescentando: «Não preciso, meu caro amigo, dizer que vos perdoo de todo o meu coração. Se tiverdes necessidade de mim, aqui me achareis sempre no meu posto. Não vos esqueçais da palavra dada.» Depois separaram-se, como vimos.
O novo oficial jantou só. Via-se que estava vexado. À noite, antes de se deitar, hesitou um pouco; mas tinha dado sua palavra de honra; não faltou ao prometido, «Morrerei, serei julgado; irei talvez para o inferno…» Não teve animo de acrescentar: «rio-me disso.»
Assim decorreram alguns dias. Sua penitência lembrava-lhe continuamente e parecia zunir-lhe aos ouvidos. A sua índole, como a das noventa e novo centésimas partes dos mancebos, tinha mais de dissipado que de mau. O oitavo dia não passou sem que o oficial voltasse, então desacompanhado, à igreja da Assunção. Confessou-se com contrição sincera, e saiu do confessionário com o rosto banhado de lágrimas e a alegria no coração.
Segundo alguém me certificou, ele foi depois um digno e fervoroso cristão. Foi a meditação do inferno que, com a graça de Deus, operou aquela mudança. Ora, o fruto que ela produziu no espirito deste novo oficial, porque o não produzirá no vosso, caro leitor?
É preciso, pois, meditar no inferno enquanto é tempo.
Cumpre pensar no inferno. É uma questão pessoal a sua existência, e, confessai-o, é profundamente temível. Aquela questão é proposta a cada um de nós; e, bom ou mau grado nosso, necessita de uma solução positiva.
Vamos pois, se quiserdes, examinar, breve mas rigorosamente, duas coisas: 1ª. se existe inferno; 2ª. o que é o inferno. Apelo aqui unicamente para a vossa fé e probidade.

Fonte do arquivo PDF: Alexandria Católica

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A Suma Teológica de Santo Tomás de Aquino em forma de Catecismo

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Suma Teológica é o título da obra básica de São Tomás de Aquino, frade, teólogo e santo da Igreja Católica, um corpo de doutrina que se constitui numa das bases da dogmática do catolicismo e considerada uma das principais obras filosóficas da escolástica. Foi escrita entre os anos de 1265 a 1273.
Nesta obra Aquino trata da natureza de Deus, das questões morais e da natureza de Jesus.

Excertos

Dizemos que Deus não tem nome ou está acima de qualquer denominação, porque a sua essência sobrepuja o que dele inteligimos e exprimimos pela palavra.
A verdade, considerada como virtude, não é a verdade comum, mas uma certa verdade, pela qual o homem se mostra como é, nas palavras e nas obras. A verdade da vida é aquela pela qual o homem, na sua vida, realiza o fim para o qual foi ordenado pelo intelecto divino…

Sobre a Suma

A Obra encontra-se dividida em 3 partes, onde se encontram 512 questões.
Cada questão tem perguntas individuais. Estas representam os 2669 capítulos onde estão contidas 1,5 milhões de palavras, 1,5 vezes mais que todas as palavras de Aristóteles (1 milhão), o dobro de todas as palavras conhecidas de Platão.
  • “A Suma Teológica é o céu visto da terra” (Papa Pio XI, in: Alocução de 12 de dezembro de 1924 no colégio Angelicum de Roma).
  • “A todos quantos agora sentem sede da verdade, dizemos-lhes: ide a Tomás de Aquino” (Pio XI, Studiorum Ducem).

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Livro Memórias de Um Exorcista – Padre Gabriele Amorth e Marco Tosatti (PDF)

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O Padre Amorth é o mais famoso exorcista do mundo. Entrevistado pela imprensa internacional católica e laica, convidado para dezenas de programas televisivos, são-lhe dedicadas milhares de páginas na Internet. A verdade é que, mesmo nos dias de hoje, inúmeras pessoas desesperadas procuram exorcistas para se libertarem de males tão inexplicáveis que nem consultas médicas ou sessões psiquiátricas conseguem debelar. A luta do padre Gabriele Amorth é incansável e coloca-o cara a cara com o Diabo todos os dias. Nesta obra, ele revela-nos incríveis exemplos destas possessões que testemunham o poder de Satanás, como a mulher que vomitava vidro e pregos ou o rapaz a quem a água benta queimava. “O Diabo tenta todo o mundo”, afirma o padre Amorth, “até mesmo o Vaticano.”
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Por Antonio Gaspari

ROMA, segunda-feira, 12 de abril de 2010 (ZENIT.org). – Padre Gabriele Amorth é sacerdote paulino. Antes de se tornar sacerdote, esteve na guerra, foi partidário e graduou-se em direito. Teólogo mariano, foi por muitos anos diretor da prestigiada publicação paulina Madre di Dio, até ser apontado pelo cardeal Ugo Poleti ao cargo oficial de exorcista.

Em mais de 25 anos de atividade, Amorth já realizou mais de 70 mil exorcismos, sendo considerado o exorcista mais experiente do mundo.

Marco Tosatti, vaticanista do jornal La Stampa, autor de diversos livros, entrevistou padre Amorth, publicando em seguida o livro Memorie di un esorcista (“Memórias de um exorcista”, Edizioni Piemme).

O livro é algo como um testamento espiritual, no qual Amorth narra seus embates contra o maligno: um série impressionante de histórias que testemunham a presença, mas também a libertação do mal.

ZENIT entrevistou Marco Tosatti.

– Quem é o exorcista e quem é particularmente padre Amorth?

– Tossati: Um exorcista é um sacerdote que recebeu de seu bispo – o único autorizado a realizar este tipo de intervenção – a autorização para libertar do mal pessoas afetadas por fenômenos demoníacos, como a infestação, a vexação e a possessão. Padre Gabriele é presidente honorário da associação de exorcistas, por ele fundada há vários anos, e é provavelmente o exorcista mais famoso do mundo. Completará 85 anos neste mês de abril e continua empenhado em sua batalha…

– Existe de fato o demônio?

– Tosatti: Quem é cristão não pode se privar de acreditar na existência de um espírito, que rejeitou a Deus e age de maneira ordinária e extraordinária – algo raríssimo – no mundo.

– Quem é, o que faz, como se manifesta e de que modo os exorcistas neutralizam sua influência sobre as pessoas?

– Tosatti: É um anjo caído, que lidera outros seres semelhantes a ele. Em sua ação ordinária, busca arrastar as pessoas para o pecado, a fim de conquistar suas almas. Sua ação extraordinária é certamente mais misteriosa. Com a permissão de Deus, realiza ações sobre as pessoas, podendo alcançar, em alguns casos, a possessão (que não pode, porém, tocar a alma). Os exorcistas, com as orações do ritual e pelo uso dos sacramentais, buscam libertar as vítimas de tais ações negativas.

– Por que a Igreja instituiu a figura do exorcista?

– Tosatti: Jesus Cristo conferiu aos seus discípulos o mandato de pregar o evangelho, curar os doentes e expulsar os demônios. Por vários séculos, não houve na cristandade a figura do exorcista: qualquer cristão poderia se fazer soldado nesta batalha. E ainda hoje simples cristãos podem proferir orações de libertação. Alguns santos, como por exemplo o padre Pio, libertavam vítimas da influência demoníaca sem serem exorcistas. Cumpre salientar que nos últimos anos, em resposta a uma demanda crescente, os bispos se veem cada vez mais obrigados a nomear sacerdotes para atuarem neste tipo de trabalho pastoral.

– Quanto há de sugestão e quanto há de verdadeiro nas pessoas que acreditam estar possuídas pelo demônio?

– Tosatti: Pelo que pude verificar em minhas pesquisas, os casos reais de possessão, vexação ou infestação são muito, muito raros. Padre Gabriel, e acredito que seus colegas também devam agir desse modo, não recebe nenhum caso que não tenha sido previamente avaliado pela medicina oficial. E, apesar dessa precaução, vê que em muitos casos não se evidencia uma origem maléfica dos distúrbios. Mas, ainda que raros, os casos de influência demoníaca autêntica existem, e são impressionantes.

– De que maneira as pessoas podem evitar as tentações do pecado e do mal?

– Tosatti: Evitar as investidas das tentações, creio que seja impossível; mas uma vida límpida e cristã pode nos ajudar a não ceder a estas tentações.

– O demônio sempre ameaçou a Igreja. Papa Paulo VI disse certa vez: “a fumaça de Satanás adentrou na Igreja”. João Paulo II e Bento XVI denunciaram em diversas ocasiões a presença da cauda do diabo em muitas ocasiões na qual a cátedra de Pedro foi prejudicada. No presente momento, assistimos a um ataque sem precedentes ao atual Pontífice. O que pensa a respeito?

– Tosatti: Bento XVI, como João Paulo II antes dele, indicou nos temas morais como a defesa da vida e da família a batalha central da Igreja em nossos tempos. É uma batalha contra a cultura predominante no mundo ocidental, em especial no âmbito da mídia. É evidente a tentativa de desacreditar a Igreja e o Papa, justamente para enfraquecer o impacto de seu ensinamento. Também de modo instrumentalizado e incorreto, esperando pelos efeitos negativos na opinião pública, que frequentemente não dispõe de instrumentos ou de tempo para analisar de forma ponderada as acusações. Isso se torna ainda mais extraordinário quando constatamos que, se há alguém hoje que busque limpar a Igreja e que sempre buscou, este alguém é Joseph Ratzinger. Parece-me assim que nossa categoria não está vivendo um de seus momentos mais felizes.


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Instrução Geral sobre o Missal Romano

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      Quando ia celebrar com seus discípulos a ceia pascal, onde instituiu o sacrifício do
seu Corpo e Sangue, o Cristo Senhor mandou preparar uma sala ampla e mobiliada
(Lc 22,12). A Igreja sempre julgou dirigida a si esta ordem, estabelecendo como
preparar as pessoas, os lugares, os ritos e os textos, para a celebração da Santíssima
Eucaristia. Assim, as normas atuais, prescritas segundo determinação do Concílio
Vaticano II, e o Novo Missal, que a partir de agora será usado na Igreja de Rito romano
para a celebração da Missa, são provas da solicitude da Igreja, manifestando sua fé e
amor imutáveis para com o supremo mistério eucarístico, e testemunhando uma
contínua e ininterrupta tradição, ainda que algumas novidades sejam introduzidas.

Livros Católicos (PDF)

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Livros:

01 – A Maçonaria Invisível – Ricardo de La Cierva.
02 – A Paixão de NSJCV.2 – Santo Afonso Maria de Ligório.
03 – A Vida de Moisés – São Gregório de Nissa.
04 – A vida intelectual – A. D. Sertillanges.
05 – Assim Pensava Santo Afonso de Ligório – Compilado pelo Pe. Oreste Gregorio.
06 – Assis se repete Hirley Nelson de Souza.
07 – Bach e Pink Floyd BREVE ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A MÚSICA CLÁSSICA E A MÚSICA ROCK.
08 – Etienne Gilson – A Filosofia na Idade Media – Filosofia Medieval.
09 – Santa Teresa de Jesus (Santa Teresa D’ávila) – caminho de perfeição.