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Quorthon

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foto de Quorthon

Thomas "Quorthon" Forsberg (17 de fevereiro de 1966 — 7 de junho de 2004) foi um músico sueco. Foi o fundador e principal compositor da banda sueca pioneira do black metal Bathory formada em 1983. A ele é creditado a co-criação do Black Metal (também atribuído a Venom, Mayhem e Hellhammer (atualmente Celtic Frost) Sarcófago e Vulcano , que criaram o termo Black Metal) e a criação dos gêneros Death Metal e Viking Metal. Ele compôs as músicas e escreveu as letras de todos os álbuns da Bathory. Ele contou com participações de Fredda (baixista), Jonas Akerlund (baterista), Vvornth (baterista)e Kothaar (baterista). Muitas vezes ja foi cogitado que estes seriam apenas meros pseudönimos de Quorthon, mas isso sempre foi considerado apenas mais um dos inumeros mitos que cercam a história do Bathory. Quorthon foi um pioneiro no que diz respeito ao black metal. Mentor e realmente o único integrante fixo da banda , Quorthon fez todas as letras, todas as músicas e toca quase todos os instrumentos além de vocalista. Sendo assim o Bathory é conhecida como "A banda de um homem só", uma das poucas bandas da história da música a fazer sucesso sem se apresentar ao vivo. Antes do Bathory, Quorthon tocava Punk na linha Exploited e GBH assim como era grande fã de Motorhead e Black Sabbath e assume que se inspira muito em clássicos como Beethoven e Richard Wagner, e quando garoto ouvia Beatles e Led Zeppelin. Com todo esse percurso eclético na música, foi possibilitado um amadurecimento e direcionamento ao que Quorthon poderia nos dar de melhor. Suas primeiras histórias macabras eram inspiradas em revistas de terror cômico como a "Chock" (revista semelhante à Tales From the Crypt) e não em alguma bíblia negra, como dizia o próprio Quorthon. O nome Bathory origina da condessa húngara Erzsébet Báthory, considerada a serial-killer mais famosa da Hungria. Por ser um projeto apenas de estúdio, não realizando apresentação em shows, uma das únicas gravações em imagem da banda é o vídeo-clipe da música “One Rode To Asa Bay” do álbum Hammerheart. O primeiro álbum da banda é denominado Bathory, um álbum de black metal clássico. Seu lançamento ocorreu em 1984, com a capa preta e o bode dourado (símbolo da banda), mas como o preço ficou elevado, o logotipo foi prensando em branco, e apenas algumas capas foram impressas com o bode dourado, a qual ficou conhecida como “The Yellow Goat”. Em 1985 a banda lança seu segundo disco o álbum “The Return of the Darkness and Evil”, destaca-se a música "Born For Burning" dedicada a bruxa Marrigje Ariens. É lançado em 1987 o álbum “Under The Sign of the Black Mark” sendo a música “Woman of Dark Desires” dedicada a Elizabeth Bathory. Em 1988 a banda lança o album “Blood Fire Death”, é notada uma evolução musical de Quorthon e o disco é considerado o lançamento do gênero Viking Metal, sua capa é uma obra do pintor Peter Nicolai Arbo, intitulada Åsgårdsreien, (1872). No ano de 1990 é lançado o álbum Hammerheart, onde é marcado com o lançamento do único vídeo-clipe da banda, as letras agora totalmente voltadas para a temática Viking. Este álbum é considerado como principal influência de várias bandas do cenário do metal atual, por ser um disco completamente original e inovador dentro do estilo, recebendo excelentes críticas e sendo idolatrado até hoje. Em 1991, “Twilight of Gods” é lançado. As capas dos álbuns do Bathory sempre foram muito bonitas, mas esta merece destaque. Na contra-capa existe um trecho de Friedrich Nietzsche (filósofo alemão) de 1871 que fala sobre a época moderna em que as pessoas perceberão que Deus não existe, que nada poderá salvá-las, e será uma época de grande temor por não se ter onde apoiar. Será a época do "twilight of the gods" (decadência dos deuses), que inspirou o nome do álbum. é basicamente uma continuação do Hammerheart Depois de três anos sem gravar, Quorthon lança dois álbuns com aproximadamente seis meses de diferença. As músicas de "Requiem", de outubro de 94, foram escritas em duas semanas e trazem um som diferente dos dois últimos álbuns apesar de ser ainda rápido, e letras que voltam a tratar de ocultismo. “Octagon", de junho de 95, muda significativamente e fica mais thrash que o anterior, com um toque industrial. Os vocais estão mais crus e não tão abafados, e as letras mudam de foco para temas da sociedade, como guerra, violência e intolerância. Os álbus Requiem e Octagon, diferem-se muito dos álbuns anteriores por trazerem uma sonoridade bem diferente ao Bathory, menos produzida, provavelmente por pura opção de Quorthon, que sempre buscava algo diferente no que fazia. Blood on Ice é lançado em 1996, com fortes rumores até hoje que foi composto e gravado na época do Hammerheart, mas que Quorthon teria "guardado" o disco para um lançamento futuro, pois ele pretendi fazer algo diferente. As letras são em forma de saga e contam a história de um garoto, único sobrevivente de uma vila que foi atacada, que busca vingança. A inspiração veio de Conan – The Barbarian e da obra "Götterdämmerung" de Wagner. Quorthon sempre foi aficionado pela obra de Wagner e procurou ler as mesmas coisas que ele para saber de onde vinha a inspiração. Além disso, lia as histórias de Conan desde garoto e se diz "fã incondicional de história", especialmente a Era Viking da história européia que, segundo ele, não é muito conhecida fora da Europa e da qual as pessoas têm uma idéia errada, muito por culpa de Hollywood. Ele começou a estudar mitologia Escandinava e Alemã para escrever a saga de “Blood on Ice”, em 87, por prazer pessoal apenas e não tinha pensado em rimas e música. Desde aquela época, Quorthon já queria mudar o estilo musical do Bathory, mas a imprensa e os fãs ainda os chamavam de "a banda satânica da Suécia" e, diz ele, que isso deixava a banda confusa. Eles ainda recebiam naquele momento cartas do mundo todo perguntando se era verdade que eles "comiam bebês, tomavam sangue de anjos e viviam em cavernas satânicas". O álbum havia sido gravado depois de “Blood Fire Death” mas nunca lançado, até que Quorthon o encontrou e trabalhou nele durante um mês e meio. Ele chegou a mencionar uma mudança de direção no início dos anos 90 e recebeu várias cartas de fãs pedindo para que ele realizasse mesmo o projeto. Anos depois, ele diz que se sentiu como se estivesse começando o Bathory de novo e que havia se cansado de gravar álbuns “cheios de gritos de Satan e coisas do tipo". Em 97 "A Black Mark Tribute", compilação de bandas do selo Black Mark fazendo covers de suas bandas preferidas, traz o Bathory com "Ace Of Spades" do Motörhead e Quorthon faz um cover de "God Save The Queen" dos Sex Pistols. "A Black Mark Tribute Vol. II" sai em 98 com o Bathory fazendo cover de "War Pigs" do Sabbath e Quorthon com "I'm Only Sleeping" dos Beatles. O Destroyer of Worlds, marca um forte retorno do Bathory em 2001, com passagens bem ao estilo Thrash Metal e Doom Metal. Em 2002 é lançado Nordland I, um álbum bem ao estilo do Hammerheart, sua continuação é lançada em 2003, Nordalnd II, difere-se um pouco do primeiro, um disco não muito aceito pelos fãs do Bathory. Em 2004 fazia parte de um projeto de gothic metal, juntamente com Jennie Tebler, sua irmã e ex-vocalista da banda Lake of Tears. O projeto intitulado "Jennie Tebler" foi gravado em 4 de Março de 2004, dois dias antes de Quorthon falecer de paragem cardíaca. Entre 4 de Setembro de 2004 e 5 de Janeiro de 2005 o projeto "Jennie Tebler" lançou um single no mercado intitulado Silverwing. Em memória de Quorthon foram lançados em nome do Bathory três volumes de uma coletânea, abrangendo toda a carreira dele, intitulada In Memory of Quorthon. Antes de morrer, Quorthon já havia composto cerca de 15 músicas para o novo álbum do Bathory, que seria chamado de "Dra Ballen i Gruset Grabbar". Várias bandas já manifestaram o interesse de gravar essas músicas em homenagem a Quorthon, mas seu pai e empresário, Boss, nunca autorizou isso. O Bathory tem detalhes muito curiosos em seus trabalhos e certamente um idealizador que buscou sempre melhorar e fazer o que gostava. O Bathory foi marcado por inúmeras mudanças de formação e de estilo, mas é respeitado por fãs de black e do chamado “viking metal” pela qualidade das composições. Quorthon também produziu dois álbuns solo. O primeiro, “Quorthon – Album”, foi lançado em 1994. O segundo, “Quorthon – Purity of Essence”, em 1997. Nele, Quorthon compôs e gravou todos os instrumentos, a percussão, os efeitos e fez toda a produção. Rex Luger, que havia sido engenheiro de “Blood on Ice”, participou no teclado da faixa "One Of Those Days". No início de 2004, após algum tempo sem lançar novos álbuns com o Bathory, Quorthon é encontrado morto, aos trinta e oito anos, no apartamento onde vivia em Estocolmo. Pouco se sabe, de fato, sobre o ocorrido, mas a certeza de que o metal perdeu uma de suas peças mais importantes é o suficiente para que os fãs possam sentir desde então sua eterna falta.

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