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Hellish War

Heavy Metal

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foto de Hellish War

O guitarrista Vulcano - que desde 1986 atuava em bandas locais da região de Campinas - fundou o Hellish War em 1995. Inicialmente sua idéia era formar um “power-trio”. O baterista Jayr Costa e o baixista e vocalista Marcos juntaram-se à banda e assim fizeram os primeiros shows. Com essa formação também gravaram a primeira demo tape em 1996. Intitulada The Sign, o trabalho foi super elogiado pela crítica especializada no Brasil. Era impressionante como um grupo formado durante o auge do movimento grunge conseguia ser tão autentico e ao mesmo tempo fiel ao formato mais clássico de um estilo musical que se transformava constantemente. A faixa título “The Sign” logo transformou-se num hino do metal brasileiro da época. Em 1997 aconteceu a primeira mudança na formação. Com a saída de Marcos, o até então trio passou a ser um quinteto com a entrada de Roger Hammer nos vocais, Gabriel Gostautas no baixo e Daniel Job que assumiu a segunda guitarra. Com essa formação o Hellish War ganhou força extra o que pôde ser sentido em seus novos shows que se tornavam cada vez mais explosivos. O estilo peculiar da guitarra de Vulcano agora ganhava força extra com a técnica de Daniel Job. Roger Hammer também trouxe uma potencia vocal ao som da banda que impressionava. O PRIMEIRO ÁLBUM A boa repercussão nos palcos de São Paulo e interior impressionaram os diretores da gravadora Megahard Records que, na ocasião, destacava-se como um dos principais selos especializados em metal na época. Com contrato assinado, puderam então entrar em estúdio para gravar seu primeiro disco. Defender of Metal foi lançado em 2001 sob grande expectativa. Calorosamente bem recebido pelo público, o álbum caiu nas graças da imprensa roqueira do Brasil e obteve excelentes avaliações nos principais veículos. No exterior, também ganharam notoriedade em países como Portugal, Alemanha e Japão que se impressionavam com o Hellish War e seu estilo tão peculiar e purista de se fazer heavy metal. A turnê de divulgação do álbum varreu estados do sul e sudeste do país com shows em mais de 50 cidades. Destaque para as apresentações no Directv em São Paulo ao lado do alemão U.D.O. (legendário vocalista do Accept) e no Moinho São Roque em Curitiba quando foram convidados pela lenda inglesa Saxon para fazer o show de abertura. Ao fim da turnê novas mudanças haviam ocorrido na banda: Jayr Costa havia sido substituído pelo baterista Daniel Person e J.R. era o substituto de Gabriel Gostautas no baixo. O Hellish War ganhava ainda mais vigor e habilidade técnica. PROBLEMAS COM GRAVADORA Biografias de músicos estão repletas de problemas com gravadoras. Com o Hellish War não foi o contrário. A banda, que atingia níveis cada vez mais altos de qualidade e popularidade, demandava mais investimento e atenção da gravadora. Sem o comprometimento que esperavam, o Hellish War decidiu rescindir o contrato com a Megahard Records, já que novos selos estavam interessados na banda. A gravadora, por sua vez, não querendo perder um artista já consolidado, dificultou o processo de rescisão contratual. A partir daí a banda passou a travar um longo período de batalhas com os diretores do selo no sentido de se ver livre do antigo contrato e poder dar seqüência a sua carreira. Em paralelo aos problemas administrativos, o segundo álbum da banda começava a tomar forma. Numa tentativa de restabelecimento contratual, a Megahard oferece novas condições ao Hellish War. A banda agora contava com toda infra-estrutura de um bom estúdio na capital paulista para produção de seu segundo álbum. As gravações iam a todo vapor quando novos desentendimentos surgiram com o selo. Agora não havia mais condições de manter o contrato. O prejuízo? Todo material já gravado fora perdido. HEROES OF TOMORROW Livres de obrigações contratuais, o Hellish War entra no renomado Sincopa Estúdios em Campinas para re-gravar todo seu segundo e novo álbum. Melhor lapidado e com uma produção ímpar, a banda decide trilhar o caminho independente atendendo à tendência de mercado. Heroes of Tomorrow finalmente chega agora às lojas de todo Brasil trazendo 10 novas faixas que foram compostas por toda banda e que mantêm o vigor e energia do início de carreira aliado a uma evolução técnica surpreendente. Entre as faixas, destacam-se "Son Of A King", "Metal Forever", "Straight From Hell", a faixa-título e "Die For Glory", essa última muito elogiada por músicos renomados como Paul Di Anno, Rhino (ex-Manowar), Udo Dirkschneider e o pessoal do Saxon.

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