A história das notas musicais

Antes de contarmos a história das notas musicais, gostaria de fazer uma rápida abordagem. Na  música, temos um complexo sistema que possui 12 sons diferentes. A princípio, sete são chamados notas naturias e cinco são chamados de acidentes musicais.

As sete notas musicais, chamadas notas na

Antes de contarmos a história das notas musicais, gostaria de fazer uma rápida abordagem. Na música, temos um complexo sistema que possui 12 sons diferentes. A princípio, sete são chamados notas naturais e cinco são chamados de acidentes musicais.

As sete notas musicais, chamadas notas naturais, são as seguintes:

DÓ, RÉ, MI, FÁ SOL, LÁ, SI

Esses nomes de notas representam uma intenção de organizar os sons de forma que possamos utilizá-los de uma maneira prática e “descomplicada”.

Os Acidentes Musicais são formados através da alteração de notas naturais, que ocorrem com a utilização dos Sinais de Alteração. Esses sinais, como o próprio nome diz, alteram a frequência das notas naturais sem mudar o nome. Essas mudanças podem ocorrer de duas formas diferentes as quais chamamos de BEMOIS (b) e SUSTENIDOS (#).

Em outro artigo iremos tratar com mais profundidade este assunto. Para o momento, o que nos interessa de fato é a origem dos nomes das notas musicais e não a origem do sistema musical. Vimos apenas uma pequena introdução sobre o assunto.

A história das notas musicais

A história das notas musicais e a origem dos nomes nos leva à Europa do século XVII, mais especificamente, à Itália em meados de 1600, onde viveu o monge beneditino Guido D’Arezzo.

Guido era um influente personagem religioso ligado à música – e a ela dedicou sua carreira dentro da igreja. Foi ele quem deu nome às notas musicais, através da primeira sílaba de cada verso do seguinte hino feito em memória à São João Batista:

Hino à São João Batista

Ut queant laxis, ( Para que nós, servos, com nitidez)
Resonare fibris ( e língua desimpedida)
Mira gestorum (o milagre e a força dos teus feitos)
Famuli tuorum (elogiemos,)
Solve polluti (tira-nos a grave culpa)
Labil reatum (da língua manchada)
Sancte Joannes (ó João!)

Esse hino costumava ser entoado pelos coros de meninos. Assim, Guido deu as notas os nomes: UT – RÉ – MI – FÁ – LÁ, acrescentando depois para completar a escala o Si proveniente das primeiras letras de “Sancte Joanne” (São João). Algum tempo depois, pela dificuldade de se pronunciar a sílaba Ut, houve a substituição pelo nome da nota, feita pelo maestro italiano Giovanni Battista Doni, utilizando a primeira sílaba de seu sobrenome.

Existem livros que dizem que a tal substituição ocorreu por intervenção do próprio Guido, pela dificuldade de se pronunciar a sílaba Ut, trocando-a pelo Dó retirando de seu próprio nome Guido.

Espero que todos tenham matado a sua curiosidade sobre a história das notas musicais!

Os Homens e a Mensagem do Antigo Testamento em PDF

Descrição de grandes personagens bíblicos presentes nas entrelinhas do Antigo Testamento.

História da formação de cada livro, sua análise literária e seus principais temas.

Didática perfeita e estilo claro fazem desta obra uma das melhores do gênero.

Arquivo em PDF do livro completo para baixar.

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Santo Tomás de Aquino refutado os hereges

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Uma suposta refutação para as cinco vias de Santo Tomás de Aquino.
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O autor considera o seguinte (ver item 3.3, do link):.a)
o argumento (do Ser necessário, de Santo Tomás) não considera a
possibilidade lógica de as coisas terem existido sempre, apenas se
transformando;
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b) o argumento comete a falácia de composição, a qual consiste em atribuir que as partes é igual ao todo — o enunciado “para cada coisa houve um tempo em que não existiu” constitui uma referência e, o enunciado “houve um momento em que nada existia” pertence a uma outra referência; são referências de natureza diferentes e sem relação entre si.

Infelizmente o autor não discorre muito (por que será?). Não diz, por exemplo, porque que “são de naturezas diferentes e sem relação entre si”, apenas faz a afirmação.
Muito simples refutar:

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1) Não existe efeito sem causa;
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2)
Não existe infinito numérico. O infinito numérico ou infinito em
potência, ou infinito potencial, é um ser de razão. Não existe como ser
real.
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Quando dizemos que não há efeito sem causa, chega até a ser meio redundante, se levarmos em conta que ao chamarmos algo de “efeito”,
já implicitamente deduzimos que se originou de algo, que teve um
agente causador. A questão discutida é se todas as coisas existentes
podem ser classificadas como “efeitos”.
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A diferença está dada quando ele diz que se compara a parte ao todo: a afirmativa “para cada coisa existe um momento no tempo em que não existiu” refere-se a uma parte, a um corpo isolado, individual. Usar esta assertiva substituindo-se o “coisa” pelo “todo” leva
à conclusão de que então, se o todo hoje existe, algum dia o todo não
existiu. Para o autor, há um abuso lógico aqui, uma falácia.
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Não existe falácia, pois em nenhum momento estamos tratando do “todo”, mas de cada coisa.
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Estamos
falando do ser em geral, mas do ser que se manifesta em cada coisa. O
universo é apenas um conjunto de substâncias que se reúnem
acidentalmente. Por isso, não faz sentido se falar em “Causa do
universo” ou “Causa do todo”, pois não existe o Universo como uma
unidade essencial. Provando assim que, cada coisa não existe por si
mesma, há que se supor uma Causa que exista por si mesma, para cada uma
delas.
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A
razão nos indica que essa Causa tem que ser a mesma para todas, pois,
se não fosse única a Causa de todas, teria ela o mesmo defeito de
todas, pois só o ato puro, em que não há absolutamente nenhuma
potência, em que a essência é idêntica à existência, pode sustentar toda
sorte de causas. Se não fosse único, lhe faltaria algo, teria
potência, sua essência não seria idêntica à sua existência, logo, não
poderia ser a primeira de nenhuma série de causas.
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O que o infinito numérico tem a ver com isso, se é uma idéia abstrata?
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Quando
dizemos que não há efeito sem causa, isso é só uma maneira mais
grosseira de enunciar esse axioma. Em se tratando de filosofia, às
vezes, as sutilezas podem prejudicar a compreensão. Por exemplo, se nós
falassemos aqui que a potência não passa ao ato sem que haja uma causa
eficiente, ou que nada pode ser causa eficiente de si mesmo, talvez
isso soasse estranho a algumas pessoas menos familiarizadas com esses
termos.
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A respeito do infinito numérico, ela é uma refutação ao Marcus Valério XR, famoso pelo seu site “Filosofia Exeriana”:
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Eles
não abordaram o que para mim é a maior falha do argumento, o que
afirma que uma sucessão infinita de coisas movidas por outra é
impossível. Por que essa sucessão infinita e impossível?

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Uma
vez, eu usei esse argumento contra um ateu: Disse a ele que o infinito
numérico não existia na realidade, e que eu era completamente cético
quando a existência de uma quantidade infinita de seres contáveis no
mundo real. Ele até hoje não me provou a existência real do tal
infinito numérico.

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Pode-se
supor o infinito de duas maneiras: o infinito em ato e o infinito em
potência. O infinito em potência é um ente de razão; na realidade, nunca
passaria ao ato, pois sempre haveria de se acrescentar mais um número.
Não tem como ter existência real, pois a realidade existe,
independente da nossa percepção, se contarmos os elementos ou não. Por
isso, esse infinito se diz “em potência”.
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Santo
Tomás mostra que a possibilidade lógica das coisas terem existido
sempre não repugna à razão, já que também não repugna à existência de um
Ser necessário. Pela razão, o mundo poderia ter existido sempre,
embora, pela fé, afirmemos que, de fato, não o foi; não que não o
poderia.
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E
por que não repugna à existência de Deus o mundo ter existido sempre,
uma vez que é completamente contrário à razão que uma determinada série
causal regrida ao infinito? Porque cada causa é indispensável à
existência de suas sucessivas, mas, quando não há essa relação de subordinação entre uma causa e outra, não repugna à razão que Deus a tenha feito existir desde sempre:
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Primeiramente
assim: nenhuma causa que produz seu efeito de modo instantâneo precede
necessariamente a seu efeito em duração. Deus porém é causa que produz
seu efeito não por moção, mas instantaneamente. Não é necessário,
pois, que preceda em termos de duração a seu efeito.

.
(…)
Logo, com muito mais razão Deus, que produz toda a substância da
coisa, pode fazer que seu efeito seja em cada momento em que Ele seja.

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Mas,
por que Santo Tomás, sabedor, pela fé, de que o mundo não existiu
sempre, se propõe a provar que este poderia ter existido sempre, caso
Deus o quisesse? Pois ele entendia que defender a fé com argumentos
fracos era torná-la ridícula aos olhos dos incrédulos:

Es útil que se tenga esto presente a fin de que, presumiendo de poder demostrar las cosas que son de fe, alguien presente argumentos no necesarios y que provoquen risa en los no creyentes, pues podrían pensar que son razones por las que nosotros aceptamos las cosas que son de fe. (S. Th., Ia, q.42, a.2, C)
.
É
como imaginar algo que não tem forma, pois algo disforme ainda assim é
forma e não informe. A matéria, para o tomismo, é a pura potência. A
quintessência seria o elemento constituinte dos astros, no mundo
supralunar. Atualmente, é teoria abandonada pela astronomia, bem como a
teoria dos quatro elementos (água, terra, fogo e ar).
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O
argumento ontológico – Santo Anselmo – é um sofisma: Deus é um ser
infinitamente perfeito. A existência é uma perfeição. Então, a
existência tem que fazer parte da essência divina. Logo, Deus existe.
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Santo
Tomás encontra nesse argumento dois defeitos. O primeiro, secundário, é
o de nada valer contra quem não entenda, pela palavra Deus, um ser
infinitamente perfeito. O segundo é essencial; o de haver nele uma
passagem ilegítima da ordem lógica para a ordem real. Quando pensamos
num ser perfeitíssimo, temos de fato de o pensar existente, pois, se não
existisse, lhe faltaria essa perfeição. Mas disto só podemos concluir
que um ser perfeito não pode existir em potência. Não podemos concluir
que realmente exista, fora do nosso pensamento.
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A
contrapartida tomista para o argumento ontológico – essa sim
estruturada a partir das criaturas e não da essência divina, que não
conhecemos – é a prova da contingência (terceira via).
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Uma  palavra do filósofo Rui Ribeiro Machado sobre a questão:
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As
cinco vias são provas incluídas dentro de todo um edifício filosófico
que garante a sua veracidade. Infelizmente, procura-se refutar o
núcleo, esquecendo-se de todo o edifício que já foi construído e que o
sustenta. A idéia do círculo vicioso é reclamada pelos ateus que dizem
que o axioma “tudo o que existe tem uma causa” não
se aplica a Deus, logo Deus deveria ter uma causa. Todavia, eles não
partem da análise mais minuciosa do ser, que distingue entre ato e
potência, e assim não percebem que Deus é o ato puro, o ser puro, e o
ser não precisa de causa. Quem precisa de causa é a mudança. 

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Por
exemplo, na questão da natureza autônoma, simplesmente é irracional
pensar que a natureza se organize por acaso; o autor parece ter uma
idéia errônea acerca do acaso. Acaso não é nada mais do que um encontro
de duas causas. Num encontro de causas, tudo quanto, no efeito, há de
positivo, de real, de ser, é devido à ação das causas que para ele
concorreram, e não do acaso.
” MACHADO, Rui Ribeiro. Extraído do grupo de discussões do Google+ Apologética Católica
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Aristóteles
e os escolásticos ensinaram que o conhecimento abstrato e universal
deve ser imaterial, e acho que nesse ponto há um ótimo argumento. Mas
antes deve-se demonstrar que os conceitos não são inteiramente
produzidos pelos sentidos e pela imaginação (processo de formação de
imagens).
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É
raro encontrarmos aqueles ateus que tem a mente e o coração abertos,
dispostos a ser convencidos pela verdade. Mas mesmo na internet é
possível encontrá-los, e essa é a primeira característica que precismos
identificá-los: se eles estão dispostos a aceitarem a verdade, ainda
que preferissem que ela fosse outra.
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Ao
falar com ateus, lembre-mos de ser manso e mostrar sincera disposição
para ajudá-los. Sabemos que às vezes é muito difícil manter a calma
diante da arrogância e desonestidade de alguns ateus, mas tenha fé que
ao menos uma pessoa terá bom senso. Apesar de muitos ateus definirem-se
como “racionais”, apenas alguns são realmente sensatos, e são esses que conseguirão te ouvir.
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Se
encarar um debate voltado para a ciência, lembre-mos que a ciência
moderna nasceu na Igreja, que não há conflito entre ciência e fé, e que
teorias como o Big-Bang e Evolução não são incompatíveis com o relato
bíblico da criação.
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Rezem
por todos, mas mantenha o foco naqueles que buscam a verdade e tem
honestidade para reconhecê-la quando apresentada. Assim, com mais
ajuda, vocês poderão, com a ajuda de Deus, tocar mais corações.
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Referências:
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JOLIVET, Regis. Tratado de Filosofia: Moral. Rio de Janeiro: Agir, 1966.
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SIMON, René. Moral: Curso de Filosofia Tomista. Barcelona: Herder, 1968.
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“Curso de Filosofia” do Decano da Faculdade de Lyon, autor Regis Jolivet.
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Padre Leonel Franca: “O Problema de Deus”.
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Maritain “Caminhos para Deus”
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Síntese Tomista, do Padre Dezza

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Padre Pio de Pietrelcina (Filme dublado)

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Padre Pio

Informações do filme:

Padre Pio é uma emocionante minisérie sobre a vida e obras do padre Francesco Forgione (1887 -1962), que, na vida religiosa, assumiu o nome de Pio de Pietrelcina e foi canonizado pelo papa João Paulo II, em 2002.

O filme acompanha a trajetória de fé dessa grande personalidade da Igreja Católica no século XX. Mostra sua trajetória na identificação com a pessoa de Jesus Cristo, as visões, os estigmas, sua dedicação aos necessitados, os inúmeros milagres e a fundação da Casa do Alívio do Sofrimento, o maior hospital do sul da Itália.

Filmado nos lugares em que o Padre Pio viveu, essa superprodução é uma obra edificante que não pode faltar na coleção das famílias cristãs.

Biografia de Padre Pio
Padre Pio nasceu em 25 de maio de 1887 na localidade de Pietrelcina, muito próxima à cidade de Benevento. Foi um dos sete filhos de Grazio Forgione e Maria Giuseppa De Nunzio.

Segunda parte

Ainda criança era muito assíduo com as coisas de Deus, tendo uma inigualável admiração por Nossa Senhora e o seu Filho Jesus, que os via constantemente devido a tanta familiaridade. Ainda pequeno havia se tornado amigo do seu anjo da Guarda, a quem recorria muitas vezes para auxiliá-lo no seu trajeto nos caminhos do Evangelho. Conta a história que ele recomendava muitas vezes as pessoas a recorrerem ao seu anjo da guarda, estreitando assim a intimidade dos fiés para com aquele que viria a ser o primeiro sacerdote da história da igreja a receber os estigmas do Cristo do Calvário.
Com quinze anos de idade entrou no noviciado em Morcone adotando o nome de “frei Pio”; concluído o ano de noviciado, formulou os votos simples em 1904; em 1907 formulou a profissão dos votos solenes. Frequentou estudos clássicos e filosofia. Foi ordenado padre em 10 de agosto de 1910 no Duomo de Benevento.
Aos casos mais urgentes e complicados o frade de Pitrelcina dizia: “Estes só Nossa Senhora”, tamanha era a sua confiança na sua maezinha do céu a quem ele tanto amava e queria obter suas virtudes.
Percebendo que a sua missão era de acolher em si o sofrimento do povo, recebe como confirmação do Cristo os sinais da Paixão em seu próprio corpo. Estava aí marcado em si mesmo a sua missão. Deus o queria para aliviar o sofrimento do seu povo. Entregando-se inteiramente ao Ministério da Confissão, buscava por este sacramento aliviar os sofrimentos atrozes do coração de seus fiés e libertá-los das garras do Demônio que era conhecido por ele como “barba azul”. Torturado, tentado e testado muitas vezes por este, sabia muito da sua astúcia no seu afã em desviar os filhos de Deus do caminho da fé.
Percebendo que não somente deveria aliviar o sofrimento espiritual, recebeu de Deus a inspiração de Construir um grande hospital, o tão conhecido “Casa Alívio do Sofrimento”, que viria a ser o referência em toda a Europa. Mesmo com o seu ministério sacerdotal vitimado por calúnias injustificáveis, não se arrefeceu o coração para com a Igreja por quem tinha grande apreço e admiração. Sabia muito bem distinguir de onde provinham as calúnias, sendo estas vindas por parte de alguns da Igreja, e não da Igreja mãe e mestra a quem ele tanto amava.
A pedido do Santo Padre, devido aos horrores provocados pela Segunda Guerra Mundial, cria os grupos de Oração, verdadeiras células catalizadoras do amor e da paz de Deus para serem dispenseiros de tais virtudes no mundo que sofria e angustiáva-se no vale tenebroso de lágrimas e sofrimentos.
Na ocasião do aniversário de 50 anos dos grupos de oração celebra-se uma Missa nesta intenção. Seria esta Missa o caminho do seu Calvário definitivo, onde entregaria a alma e o corpo ao seu grande apaixonado; a última vez que os seus filhos espirituais veriam o padre a quem tanto amavam. Era madrugada do dia 23 de setembro de 1968, no seu quarto conventual com o terço entre os dedos repetindo o nome de Jesus e Maria, descansa em paz aquele que tinha abraçado a cruz do Cristo, fazendo desta a ponte de ligação entre a terra e o céu. Morte suave de quem havia completado a missão, de quem agora retornaria ao seio do Pai em quem tanto confiou. Hoje são muitas as pessoas que se juntaram a fileira dos seus devotos e filhos espirituais em vários grupos de oração que se espalharam pelo mundo. É o próprio padre Pio que diz: “Ficarei na porta do Paraíso até o último dos meus filhos entrar”

“Doctoris Angelici – Sobre o estudo da doutrina de Santo Tomás de Aquino”, de São Pio X

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DOCTORIS ANGELICI
Motu proprio
PAPA SÃO PIO X
Sobre o estudo da doutrina de Santo Tomás de Aquino
A filosofia escolástica, base dos estudos sagrados
Nenhum católico sincero pode pôr em dúvida a seguinte afirmação do Doutor Angélico: Regular o estudo compete, de modo particular, à autoridade da Sé Apostólica que governa a Igreja universal, e a isto provê por meio de um plano geral de estudos.[1] Em várias ocasiões, cumprimos este magno dever de Nosso ofício, principalmente quando em nossa carta Sacrorum antistitum, de 1 de setembro de 1910, nos dirigíamos a todos os Bispos e aos Superiores das Ordens Religiosas, os quais têm o dever de atender à educação dos seminaristas, e os advertíamos: “No que se refere aos estudos, queremos e mandamos determinantemente que como fundamento dos estudos sagrados se ponha a filosofia escolástica… É importante notar que, ao prescrever que se siga a filosofia escolástica, Nos referimos principalmente ao que ensinou Santo Tomás de Aquino: tudo o que Nosso Predecessor decretou acerca dela queremos que continue em vigor, e, como se fosse necessário, repetimo-lo e confirmamo-lo, e mandamos que seja observado estritamente por todos. Os Bispos deverão, no caso de que disto se houvesse descuidado nos Seminários, urgir e exigir que de agora em diante se observe. Igualmente mandamos aos Superiores das Ordens Religiosa”.
Referimo-nos aos princípios de Santo Tomás
Como havíamos dito que havia que seguir principalmente a filosofia de Santo Tomás, e não dissemos unicamente, alguns creram cumprir com Nosso desejo, ou ao menos creram não ir contra este Nosso desejo, ensinando a filosofia de qualquer dos Doutores escolásticos, ainda que seja oposta aos princípios de Santo Tomás. Mas equivocam-se plenamente. Está claro que, ao estabelecer como principal guia da filosofia escolástica a Santo Tomás, nos referimos de modo especial a seus princípios, nos quais essa filosofia se apoia. Não se pode admitir a opinião de alguns já antigos, segundo ao qual é indiferente, para a verdade da Fé, o que cada qual pense a respeito das coisas criadas, contanto que a ideia que se tenha de Deus seja correta, já que um conhecimento errôneo acerca da natureza das coisas leva a um falso conhecimento de Deus; por isso se devem conservar santa e invioladamente os princípios filosóficos estabelecidos por Santo Tomás, a partir dos quais se aprende a ciência das coisas criadas de maneira congruente com a Fé.[2], se refutam os erros de qualquer época, se pode distinguir com certeza o que somente a Deus pertence e não se pode atribuir a nada mais,[3] se ilustra com toda a clareza tanto a diversidade como a analogia que há entre Deus e suas obras. O Concílio Lateranense IV expressava assim esta diversidade e esta analogia: “Quanto mais semelhança se afirme entre o Criador e a criatura, mais se há de afirmar a dessemelhança”.[4]
Estes princípios são como o fundamento de toda e qualquer ciência
Ademais, falando em geral, estes princípios de Santo Tomás não encerram nada além do que já haviam descoberto os mais importantes filósofos e Doutores da Igreja, meditando e argumentando sobre o conhecimento humano, sobre a natureza de Deus e das coisas, sobre a ordem moral e a consecução do fim último. Com um engenho quase angélico, desenvolveu e acrescentou toda essa quantidade de sabedoria recebida dos que o haviam precedido, e empregou-a para apresentar a doutrina sagrada à mente humana, para ilustrá-la e para dar-lhe firmeza;[5] por isso, a sã razão não pode deixar de tê-la em conta, e a Religião não pode consentir que seja menosprezada. Tanto mais que, se a verdade católica se vê privada da valiosa ajuda que lhe prestam estes princípios, não poderá ser defendida buscando, em vão, elementos nessa outra filosofia que compartilha, ou ao menos não refuta, os princípios em que se apoiam o Materialismo, Monismo, Panteísmo, oSocialismo e as diversas classes de Modernismo. Os pontos mais importantes da filosofia de Santo Tomás não devem ser considerados como algo opinável, que se possa discutir, senão que são como os fundamentos em que se assenta toda a ciência do natural e do divino. Se forem rechaçados estes fundamentos ou se forem pervertidos, seguir-se-á necessariamente que aqueles que estudam as ciências sagradas nem sequer poderão captar o significado das palavras com que o magistério da Igreja expõe os dogmas revelados por Deus.
Por isso quisemos advertir aqueles que se dedicam a ensinar a filosofia e a sagrada teologia de que, se se afastam das pegadas de Santo Tomás, principalmente em questões de metafísica, não será sem graves danos.
Este é Nosso pensamento:
Mas agora dizemos, ademais, que não só não seguem a Santo Tomás mas se apartam totalmente deste Santo Doutor aqueles que interpretam distorcidamente ou contradizem os mais importantes princípios e afirmações de sua filosofia. Se alguma vez Nós ou Nossos antecessores aprovamos com particulares louvores a doutrina de um autor ou de um Santo, se ademais aconselhamos que se divulgasse e se defendesse essa doutrina, é porque foi comprovado que está de acordo com osprincípios de Santo Tomás ou que absolutamente não os contradiz.
Cremos Nosso dever Apostólico expor e mandar tudo isto, para que em assunto de tanta importância todas as pessoas que pertencem tanto ao Clero regular como ao secular considerem seriamente qual é Nosso pensamento e para que o ponham em prática com decisão e diligência. Porão nisto particular empenho os professores de filosofia cristã e de sagrada teologia, que devem ter sempre presente que não será lhes dada a faculdade de ensinar para que exponham a seus alunos as opiniões pessoais que tenham acerca de sua disciplina, senão para que exponham as doutrinas plenamente aprovadas pela Igreja.
Concretamente, no que se refere à sagrada teologia, é Nosso desejo que seu estudo se leve a cabo sempre à luz da filosofia que citamos; nos Seminários, com professores competentes, poderão utilizar-se livros de autores que exponham de maneira resumida as doutrinas tomadas de Santo Tomás; estes livros, quando bem elaborados, são muito úteis.
Utilizar o texto da Suma Teológica
Quando porém se trata de estudar mais profundamente esta disciplina, como se deve fazer nas Universidades, nos Ateneus e em todos os Seminários e Institutos que têm a faculdade de conferir graus acadêmicos, é absolutamente necessário – como sempre se fez e nunca se deve deixar de fazer – que nas aulas se explique com a própria Suma Teológica: os comentários deste livro farão que se compreendam com maior facilidade e que recebam melhor luz os decretos e os documentos que a Igreja docente publica. Nenhum Concílio celebrado posteriormente à santa morte deste Doutor deixou de utilizar sua doutrina. A experiência de tantos séculos põe de manifesto a verdade do que afirmava Nosso Predecessor João XXII: “(Santo Tomás) deu mais luz à Igreja que todos os demais Doutores: com seus livros, um homem aproveita mais em um ano que com a doutrina dos outros em toda a sua vida”.[6] São Pio V voltou a afirmar isto mesmo ao declarar Doutor da Igreja universal a Santo Tomás no dia de sua festa: “A providência de Deus onipotente quis que, desde que o Doutor Angélico foi incluído no elenco dos Santos, por meio da segurança e da verdade de sua doutrina, aparecessem desarticuladas e confundidas muitas das heresias que surgiram, como se pôde comprovar já desde muito tempo e, mais recentemente, no Concílio de Trento; por isso estabelecemos que sua memória seja venerada com maior agradecimento e maior piedade que até agora, pois por seus méritos a terra inteira se vê continuamente livre de erros deletérios”.[7] E, por fazer referência a outros elogios, entre muitos outros que lhe dedicaram Nossos Predecessores, trazemos com muito gosto à colação as palavras de Bento XIV, cheias de elogios a todos os escritos de Santo Tomás, particularmente à Suma Teológica:“Muitos Romanos Pontífices, predecessores Nossos, honraram sua doutrina (a de Santo Tomás) como Nós mesmos fizemos nos diferentes livros que escrevemos, depois de estudar e de assimilar com afinco a doutrina do Doutor Angélico, e sempre Nós aderimos com gosto a ela, confessando com toda a sensatez que, se há algo bom nestes livros, não se deve de nenhum modo a Nós, senão que se há de atribuir ao Mestre”.[8]
Assim, “para que a genuína e íntegra doutrina de Santo Tomás floresça na instrução, no que teremos grande empenho”, e para que desapareça “a maneira de ensinar que tem como ponto de apoio a autoridade e o capricho de cada mestre” e que, por isso mesmo, “tem fundamento instável, que dá origem a opiniões diversas e contraditórias… não sem grave dano para a ciência cristã”,[9] queremos, mandamos e preceituamos que aqueles que se entregam à instrução da sagrada teologia nas Universidades, nos Liceus, nos Colégios, nos Seminários, nos Institutos que por indulto apostólico tenham a faculdade de conferir graus acadêmicos, utilizem comotexto para suas lições a Suma Teológica de Santo Tomás, e que exponham as lições na língua latina; e deverão levar a efeito esta tarefa pondo interesse em que os ouvintes se afeiçoem a este estudo.
Isto já se faz em muitos Institutos, e é de louvar; também foi desejo dos Fundadores das Ordens Religiosas que em suas casas de formação assim se fizesse, com a decidida aprovação de Nossos Predecessores; e os homens santos posteriores a Santo Tomás de Aquino não tiveram outro supremo mestre na doutrina que Tomás. Desta forma, e não de outra, não só se conseguirá restituir à teologia sua primigênia categoria, senão que também às demais disciplinas sagradas se lhes conferirá a importância que cada uma tem, e todas rejuvenescerão.
Medidas disciplinares
Por tudo isso, sucessivamente, não se concederá a nenhum Instituto a faculdade de conferir graus acadêmicos na sagrada teologia se não se cumpre fielmente o que nesta carta prescrevemos. Os Institutos ou as Faculdades, as Ordens e as Congregações Religiosas que já tem legitimamente a faculdade de outorgar graus acadêmicos ou outros títulos em teologia, ainda que somente dentro da própria instituição, serão privados dessa faculdade ou a perderão se, no prazo de três anos, não se adaptarem escrupulosamente a estas prescrições Nossas, ainda quando não possam cumpri-lo sem culpa alguma de sua parte.
Estabelecemos tudo isto, sem que nada obste em contrário.
Dado em Roma, junto de São Pedro, no dia 29 de junho de 1914, ano undécimo de Nosso Pontificado.
PIO PAPA X
NOTAS
(1) Opúsculo contra impugnantes Dei cultum et religionem, c. III.
(2) Contra Gentiles, II, c. III y II..
(3)  Ibidem. c. III; y 1, 9. XII, a 4; y 9 LIV, a I.
(4) Decretal II Damnamus ergo, etc. Cfr. Santo Tomás. Questiones disputadas “De scientia Dei”, art. 11.
(5) Boecio. De Trinitate, 9. II, art. 3.
(6)  Alocução no Consistório, 1318.
(7)  Bula Mirabilis Deus, 11/4/1557.
(8) Actas Cop. Gen. O.P., tomo IX, p. 196.
(9) Leão XIII, Carta Qui te, 19/6/1886.

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Bíblia de Jerusalém

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A Bíblia de Jerusalém é a edição brasileira (1981, com revisão e atualização na edição de 2002) da edição francesa Bible de Jérusalem, que é assim chamada por ser fruto de estudos feitos pela Escola Bíblica de Jerusalém, em francês: École Biblique de Jérusalem. De acordo com os informativos da Paulus Editora, a edição “revista e ampliada inclui as mais recentes atribuições das ciências bíblicas. A tradução segue rigorosamente os originais, com a vantagem das introduções e notas científicas.”

Essas notas diferenciais em relação às outras traduções prestam-se a ajudar o leitor nas referências geográficas, históricas, literárias etc. Suas introduções, notas, referências marginais, mapas e cronologia — traduções de material elaborado pela Escola Bíblica de Jerusalém — fazem dela uma ferramenta útil como livro de consulta, para quem precisa usar passagens bíblicas como referência literária ou de citações.
Se para os cristãos e parte dos judeus a Bíblia foi escrita por homens sob inspiração divina, para um não-cristão, um ateu ou um agnóstico, a Bíblia pode servir como referência literária, já que se trata de um dos mais antigos conjuntos de livros da civilização.

A Escola Bíblica de Jerusalém é o mais antigo centro de pesquisa bíblica e arqueológica da Terra Santa. Foi fundada em 1890 pelo Padre Marie-Joseph Lagrange (1855-1938) sobre terras do convento dominicano de St-Étienne à Jérusalem, convento fundado em 1882 sob o nome original de Escola Prática de Estudos Bíblicos, título que sublinhava sua especificidade metodológica.

Quase sessenta anos depois, em 1956, foi publicada pela primeira vez, em francês, em um só volume, a Bíblia da Escola de Jerusalém, contemplando uma tradução que levava em consideração o progresso das ciências. Para tanto, foram convidados para a colaboração os mais diversos pesquisadores: historiadores, arqueólogos, lexicógrafos, linguistas, teólogos, exegetas, cientistas sociais, geógrafos e cartógrafos. Atribui-se que foi a diversidade de colaboradoras que garantiu traduções acuradas, em temas que cada qual conhecia com profundidade. Mas, em contrapartida, a Bíblia não tinha homogeneidade de texto. Cada qual escrevia no seu estilo.
A próxima etapa, portanto, foi empreender esforços na harmonização do texto, trabalho terminado quase duas décadas depois, em 1973, quando se publicou uma edição revisada, aí então já sob o título Bible de Jérusalem, cuja primeira edição brasileira chamou-se Bíblia de Jerusalém (1981, Paulus Editora). A revisão francesa, de 1998, acabou gerando a nova edição brasileira (Nova Bíblia de Jerusalém), revista e atualizada, pela mesma Paulus Editora, em 2002. Nesta tradução dos originais para a língua portuguesa, também colaboraram exegetas católicos e protestantes.

Os exegetas apontam que o grande diferencial da Bíblia de Jerusalém é que, além da tradução dos originais do hebraico, aramaico e grego, existe a contextualização histórica, dentro do ambiente físico, ambiental e cultural relativo à época em que cada livro foi escrito. Trata-se de uma obra que representara “a união do monumento e do documento”, de acordo com Lagrange, criador da Escola Bíblica de Jerusalém, unindo assim “a arqueologia, a crítica histórica e a exegese dos textos”.

A Bíblia de Jerusalém é considerada atualmente, pela maioria dos linguistas, como um das melhores bíblias de estudo, aplicável não apenas ao trabalho de teólogos, religiosos e fiéis, mas também para tradutores, pesquisadores, jornalistas e cientistas sociais, independente de serem católicos, protestantes, ortodoxos ou judeus, ou mesmo de qualquer outra religião ou crença.

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Mensagens de NSRA em Bayside sobre OVNIs e sua verdadeira origem

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“Pois o tempo chegou quando os mais maravilhosos prodígios ocorrerão na terra e no ar…. [Satanás] terá grande poder sobre a natureza: haverá igrejas construídas para servir a estes espíritos. Pessoas serão transportadas de um lugar à outro por estes espíritos malignos, até mesmo padres….” – DO TEXTO APROVADO DO SEGREDO DE LA SALETTE.

ESPÍRITOS DA ESCURIDÃO

Em uma caverna assim profunda e larga,
seus objetos voadores procuram esconder-se;
Enviados ao alto através do espaço, confusão a encontrar.
Sua terra esta agora vestida toda ao redor
Com espíritos da escuridão que viajam pela noite.
Mas não fique com medo; Reze por seu vôo. – Verônica, 24 de Novembro de 1993.

ILUSÃO

Verônica – Oh, há dois objetos voadores agora. Estão indo muito, muito alto no céu….
Nossa senhora – “Não tenha medo, porque está lhe sendo permitido ver com o que Satanás planeja iludir a humanidade. Não há nenhuma vida como você a conhece, ou ser humano, ou de qualquer outra forma, em nenhum outro planeta. A criação do Pai foi-lhe dada no Livro do amor e da vida. Não fantasiem sobre vida em outros planetas, minhas crianças. É uma enganação. Se assim não o fosse vocês teriam sido avisados, porque o Pai não esconde nada de suas crianças. Criou o homem, conhecidos Adão e Eva, e como tais eles foram os primeiros dos seus — da criação do Pai. Você pode dizer, seu primeiro símbolo de mãe e pai.” – Nossa Senhora das Rosas, 28 de setembro de 1974.

OS ELEMENTOS

”Eles estão executando agora prodígios e maravilhas para confundir e enganar a humanidade. Você chama um deles de UFOs. São manifestações supernaturais do inferno. São criados nas mentes de algum pelos demônios, que são capazes, por causa do grande poder em cima da terra, de controlar agora os elementos, natureza.” – Nossa Senhora das Rosas, 1º de fevereiro de 1978

NENHUM VEÍCULO

“Quando Nós falarmos dos agentes do inferno, minha criança, eu desejo também que você o faça conhecido que não há nenhum veículo que vem de outros planetas- veículos extraterrestres. Não, minha criança e minhas crianças; Eles são agentes do inferno em transportes. Agora vocês poderiam perguntar, por que devem ser transportados se são espíritos? Ah, minha criança, isto você não pode compreender. Estes não são espíritos ordinários; estes são os demônios do inferno: Consortes de Satanás, e Satanás ele mesmo. Ele está também em um dos transportes.“
“Há uma razão para que eles devam usar os transportes. Eu não entrarei neste tópico dessa vez, porque eu estou certa que nublaria a mente de qualquer cientista se lhes fosse dado este conhecimento antes que estejam prontos para ele.” – Nossa Senhora das Rosas, 1º de novembro de 1985.

ARREBATAMENTO

”Eu dou-lhe a grande graça do coração, minhas crianças, para saberem que muitos serão levados de sua terra antes do grande Castigo…. Muitos jornais de sua mídia afirmarão que foram levados por discos voadores. Oh não, minhas crianças! Foram carregados para um reino supernatural do Pai Eterno para aguardar o retorno de Meu Filho para terra.” – Nossa Senhora das Rosas, 7 de dezembro de 1976.

NÃO É IMAGINAÇÃO

“Nesta batalha final, há muitos agentes do inferno soltos em cima da terra. Estão viajando em transportes. Não sejam levados pela falsa teoria de vida além dos céus, à exceção do Reino de Deus. Saibam que é Satanás quem envia estes veículos à vocês. Eles são para confundi-los e enganá-los. Estes objetos que sobrevoam a sua terra são do inferno. São somente os falsos milagres de seus tempos.

“Reconheça-os, minhas crianças; não são frutos da imaginação do homem. Estão atualmente em sua atmosfera, e tornar-se-ão mais dominantes à medida que a luta pelas almas decorre.” – Nossa Senhora das Rosas, 24 de dezembro de 1973.

ESCONDIDO ENTRE VOCÊS

“Agora Satanás já está batalhando seu caminho para a sua consciência, procurando tomar o controle de suas mentes. Está agora promovendo milagres falsos. Aquilo que vocês chamam de discos voadores são imagens do inferno. Minhas crianças, se vocês rejeitarem o conhecimento do supernatural, vocês estarão se jogando agora direto para suas mãos. Enquanto ele remanesce escondido entre vocês, pode ir aproximando-se e, como um lobo raivoso, pular em cima de minhas crianças quando elas saem da graça.” – Nossa Senhora das Rosas, 18 de junho de 1978.


DESPERDIÇANDO DINHEIRO

“Não há nenhum ser em outros planetas. Nós explicamos-lhes sobre os veículos do inferno. Assim se vocês continuarem a desperdiçar o dinheiro do seu país procurando a vida em outros planetas, vocês terão mais fome em sua nação. E seu país afundará pelos canos, em outras palavras -economicamente, moralmente, e realmente, destruído factualmente.” – Jesus, 1º de novembro de 1985.


ATRAVÉS DO VÉU

”Vocês homens da ciência, vocês continuam indo para fora no espaço, olhando e procurando por um outro mundo. Vocês não encontrarão nada. Para fora no espaço, minhas crianças, encontram-se somente o vácuo. O outro mundo é através do véu; é o mundo do supernatural. O homem da ciência está procurando sempre, mas nunca chega ao conhecimento da verdade.” – Nossa Senhora das Rosas, 7 de setembro de 1976.

OS TRANSPORTES DO INFERNO

“Não procurem por terra, não procurem em um outro planeta por vida, porque não há nenhuma. Somente aqueles que o iludem dizem-lhe isto. O que você viu, minha criança, no passado, chamado disco voador pela humanidade, nós permitimos que muitos vissem isto. São transportes do inferno. Entretanto, nós nunca vimos um demônio, minha criança, que tomou a forma humana, exceto pelo espírito….
“O que vocês tem agora, por causa dos pecados da humanidade, todo o inferno esta solto em cima da terra. Satanás sabe agora que seu tempo está ficando curto. Esta é a verdade, minhas crianças. Eu vos digo a todos: seu tempo está ficando curto.” – Jesus, 18 de Junho de 1992.

CIENTISTAS

”Haverá grandes mudanças na natureza sobre a sua terra. Os cientistas botaram de lado seu Deus, e os demônios estão soltos agora em cima da terra que iniciarão manifestações diabólicas dentro dos corações e da vista da humanidade.” – Nossa Senhora das Rosas, 16 de junho de 1977.

POÇOS DO INFERNO

Verônica – Oh! Oh, eu vejo um–oh, é um poço muito grande, eu acho, um buraco. E sentando-se na borda do buraco há algumas coisas de aparências horríveis. Se parecem com animais, mas têm quase as traços de pessoas.

E eles estão sentando-se agora, em volta de algo que se parece com um vidro. E o vidro está refletindo para fora do buraco, e é quase como um vidro de se olhar porque seu… Os raios – há raios que estão sendo disparados para fora deste vidro, e os raios estão indo pra cima, pra fora deste buraco. E eu estou prestando atenção nos raios. E estão disparando pra fora contra o chão. E ã medida que estão indo pra cima, montando nestes raios estão estas coisas horríveis, feias, estas — eu sei que são demônios; Eu sei. Agora Nossa Senhora disse:

Nossa Senhora – “Olhe, minha criança, o que mais está saindo do buraco.”

Verônica – Ó, minha bondade! Há coisas que se parecem com luzes brilhantes, mas são como abóbadas no topo. E não têm nenhumas janelas; são apenas luzes grandes. E Nossa Senhora agora está na borda deste furo, e está apontando. E está dizendo:

Nossa Senhora – “O homem não aceitará a verdade. Estes são transportes do inferno.”
Verônica – Ó, Nossa Senhora esta se referindo à estas coisas que estão sendo vistas na terra. Nossa Senhora disse:

Nossa Senhora – “Faças conhecido, minha criança, que os falsos milagres do fim dos tempos estão agora ao alcance. satanás busca confundi-los. Faças conhecido, minha criança, que não há nenhuma vida além de sua terra tal como você a conhece. O homem irá ao espaço. Melhor que use estes esforços para encontrar seu caminho de volta à Deus.” – Nossa Senhora das Rosas, 30 de maio de 1973.

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Papa visita símbolo de unidade no comunismo

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O Papa visitou neste sábado a catedral apostólica de Gyumri (norte da Armênia), símbolo de entendimento entre os cristãos por ter amparado ritos apostólicos e católicos na época soviética ao ser o único templo aberto da cidade.

O pontífice esteve acompanhado, o tempo todo nesta viagem à Armênia, pelo patriarca supremo Karekin II, máximo representante da Igreja apostólica, a oficial neste país e cindida de Roma há mais de 1,5 mil anos.

Ambos rezaram em silêncio perante o Ícone das Sete Pragas, uma imagem mariana considerada milagrosa que dá nome à catedral.

A catedral apostólica foi o único templo que permaneceu aberto para os fiéis durante o período soviético na Armênia e, por então, o altar principal era usado para o rito apostólico enquanto no ábside norte se congregavam os católicos e no sul os ortodoxos russos.

O edifício, inicialmente de madeira e reconstruído em pedra no século XIX, sofreu graves danos durante o terremoto que sacudiu esta zona em 1988 e foi reparado graças às contribuições de membros da diáspora na Argentina.

Após abençoar o templo apostólico, Francisco e Karekin II cruzaram a praça que nesta manhã acolheu a missa, e chegaram à catedral católica, que foi abençoada por sua vez pelo patriarca.

A visita de Francisco a esta cidade setentrional da Armênia serviu para entrar em contato com a comunidade católica, uma minoria religiosa no país, onde representa aproximadamente 9,6% de seus três milhões de moradores.

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